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Tarcísio explica dano causado por devedores contumazes: “Um hospital por mês, ou 20 escolas”

Governador de SP participou de coletiva do Ministério Público para falar sobre a Operação Poço de Lobato, que combate um esquema de sonegação e lavagem de dinheiro

O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou de uma coletiva do Ministério Público de São Paulo – como representante da Secretaria de Segurança Pública – sobre a Operação Poço de Lobato, que envolveu mais de 600 agentes da força pública para desarticular um esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis.

Ao todo, foram 126 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e o Distrito Federal. O grupo investigado é suspeito de manter relações com empresas e pessoas ligadas à Operação Carbono Oculto, a maior operação contra o crime organizado na história do país, e acumula dívida superior a R$ 26 milhões.

Na coletiva, Tarcísio parabenizou a atuação dos agentes e disse que a operação “nasce do inconformismo com os débitos dos devedores contumazes do Estado de São Paulo”. O governador afirmou que deixaram de entrar nos cofres do estado, por conta dos débitos e desvios, R$ 9,6 bilhões em dívidas ativas.

Para ilustrar o tamanho do dano, Tarcísio usou dois exemplos do que o valor da dívida poderia se tornar caso fosse usado como investimento público: segundo o governador, esses R$ 9,6 bilhões que deixaram de ir para o Estado equivalem a “tirar da população um hospital de médio porte por mês“, ou “impedir a construção de 20 escolas por mês“.

“A gente aumentou o custeio da saúde em R$ 10 bilhões por ano. Esses R$ 10 bilhões permitiram que a gente duplicasse a quantidade de cirurgias eletivas do Estado de São Paulo (…) é como se a gente negasse ao cidadão o serviço de saúde. Esses caras fraudam R$ 350 milhões por mês. O que isso significa?”, questionou o governador.

“A gente está construindo, por exemplo, hospitais em Franca (SP) (…) esses hospitais vão custar R$ 250 milhões, mais R$ 70 milhões pra equipagem… mais ou menos R$ 320 milhões. É como se a gente tirasse da população um hospital de médio porte por mês (…) É como se a gente impedisse a construção de 20 escolas por mês; esse é o tamanho da fraude”, explicou em seguida.

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