O presidente Lula anunciou nesta quinta (27/11) que assinou e encaminhou ao Congresso o projeto de lei que cria a Universidade Federal Indígena e a Universidade Federal do Esporte. Lula assinou o texto juntamente dos ministros Camilo Santana (Educação), Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e André Fufuca (Esporte).
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Em seu perfil na rede social X, antigo Twitter, o presidente elucidou o papel das duas universidades: “A Universidade Federal do Esporte nasce com a missão de integrar formação acadêmica, qualificação profissional e desenvolvimento esportivo em nível de excelência (…) A Universidade Federal Indígena, por sua vez, é fruto de um amplo processo de diálogo nacional com organizações indígenas, anciãos lideranças, jovens e educadores”.
Segundo o projeto, a função da Universidade Federal do Esporte será formar profissionais capacitados para atuar em áreas além das quatro linhas, como gestão, ciência, economia e outras. Já a Universidade Federal Indígena vai “oferecer cursos em áreas de interesse dos povos indígenas“, focando em matérias como gestão ambiental e territorial, sustentabilidade, saúde, direito e agroecologia.
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Hoje é um dia especial. Junto aos ministros [Camilo Santana, Sonia Guajajara e André Fufuca], assinei e encaminhei ao Congresso Nacional os Projetos de Lei que criam a Universidade Federal Indígena e a Universidade Federal do Esporte.
A Universidade Federal do Esporte nasce com a missão de integrar formação acadêmica, qualificação profissional e desenvolvimento esportivo em nível de excelência. Queremos democratizar o acesso à educação pública e gratuita, formando profissionais capazes de pensar e gerir políticas públicas de esporte. O esporte não é só competição. É ciência, tecnologia, inclusão social e desenvolvimento econômico.
A Universidade Federal Indígena, por sua vez, é fruto de um amplo processo de diálogo nacional com organizações indígenas, anciãos lideranças, jovens e educadores. Foi pensada para refletir a diversidade e a força dos povos indígenas. Um espaço de produção de conhecimento intercultural. Vai oferecer cursos em áreas áreas de interesse dos povos indígenas, com ênfase em gestão ambiental e territorial, gestão de políticas públicas, sustentabilidade socioambiental, promoção das línguas indígenas, saúde, direito, agroecologia, engenharias e tecnologias, formação de professores e mais.
Seguimos, na certeza que a educação é a maior ferramenta para a construção de um Brasil mais justo e inclusivo”, escreveu o presidente na postagem.
