São Paulo confirma segundo caso de sarampo em 2025 e reforça importância da vacina

Homem de 27 anos não vacinado contraiu doença após viagem internacional; autoridades rastreiam contatos

Por Redação TMC | Atualizado em
Foto de uma seringa e uma dose de vacina contra sarampo em cima de uma mesa de madeira
Primeiro caso de sarampo no estado em 2025 havia sido registrado em abril (Foto: Reuters)

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou o segundo caso de sarampo no território paulista em 2025. A confirmação ocorreu neste sábado (13/12), após exames laboratoriais. O paciente é um homem de 27 anos, morador da capital, que não havia sido vacinado contra a doença e retornou recentemente de viagem internacional.

O diagnóstico mobilizou as autoridades sanitárias estaduais, que implementaram medidas preventivas em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de SP e o Ministério da Saúde. Entre as ações estão a investigação epidemiológica e o rastreamento de pessoas que tiveram contato com o infectado.

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O primeiro caso de sarampo no estado em 2025 havia sido registrado em abril, também na capital paulista, conforme dados da vigilância epidemiológica. O intervalo entre as duas ocorrências foi de aproximadamente oito meses.

Após receber atendimento médico, o paciente apresentou evolução clínica favorável e já obteve alta hospitalar, segundo informações divulgadas pela pasta estadual da Saúde.

As autoridades sanitárias não divulgaram detalhes sobre o país visitado pelo paciente ou informações específicas sobre possíveis contatos que possam ter sido expostos ao vírus.

Esquema vacinal por faixa etária

A Secretaria da Saúde reforça a importância da imunização contra o sarampo, que segue diferentes esquemas conforme a idade:

Para crianças entre 6 e 11 meses, recomenda-se a dose zero em situações de maior risco de exposição ao vírus. Crianças a partir de 12 meses devem receber a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

Pessoas com idade entre 5 e 29 anos precisam de duas doses da vacina tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já para a faixa etária de 30 a 59 anos, é necessária uma dose caso não haja comprovação de vacinação anterior.

A vigilância epidemiológica intensificará o monitoramento de casos suspeitos, principalmente entre pessoas não imunizadas. A pasta estadual garantiu que mantém estoques regulares da vacina tríplice viral.

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Profissionais das áreas de saúde, turismo, hotelaria, transporte, alimentação e educação devem manter o esquema vacinal completo, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde.

Canal para informações

O governo de São Paulo disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas para esclarecer questões sobre vacinação. A população pode acessar informações sobre imunizantes, efeitos colaterais, eficácia das vacinas e riscos da não vacinação pelo site.

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