Falta de acordo faz Câmara adiar votações da PEC da Segurança e PL Antifacção para 2026

Líder do PT, deputado Lindbergh Farias (RJ), afirmou que o adiamento permitirá uma análise mais detalhada das propostas

Por Redação TMC | Atualizado em
Esta é uma fotografia em ambiente interno que mostra uma reunião de trabalho com a presença de diversos homens, presumivelmente líderes políticos ou assessores, sentados ao redor de uma grande mesa de madeira. O foco principal está nas pessoas sentadas do lado esquerdo da mesa.
Líderes adiam votações sobre segurança pública para 2026. (Foto: Marina Ramos/Camara dos Deputados)

Os líderes partidários decidiram adiar para 2026 a votação, no Plenário da Câmara dos Deputados, da Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública e das mudanças do Senado no projeto de lei conhecido como PL Antifacção.

Sem acordo sobre as pautas, a decisão teve o apoio de líderes do governo e da oposição e foi tomada durante reunião nesta segunda-feira (15/12).

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A PEC da Segurança Pública deve ser votada na comissão especial que analisa a proposta. O relatório do deputado Mendonça Filho (União-PE) propõe a criação do Sistema Único de Segurança Pública e traz mudanças no projeto original encaminhado pelo Executivo.

Já o PL Antifacção, de combate ao crime organizado, aumenta as penas para crimes cometidos por facções criminosas ou milícias.

O texto aprovado pelo Senado prevê a cobrança de empresas de apostas, conhecidas como bets, para o Fundo Nacional de Segurança Pública. As mudanças ainda precisam ser analisadas e aprovadas pela Câmara dos Deputados.

Mais debate

O líder do PT, deputado Lindbergh Farias (RJ), afirmou que o adiamento permitirá uma análise mais detalhada das propostas. 

“Decidimos deixar a votação para o próximo ano porque há pontos que precisam ser aprimorados e corrigidos”, afirmou.

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Segundo o petista, houve consenso entre os líderes para adiar a análise da proposta de emenda à Constituição. Sobre o PL Antifacção, o deputado disse que o texto do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) corrige pontos do relatório apresentado na Câmara.

Agência Câmara de Notícias

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