Uma brasileira foi presa pela polícia do distrito de Yongsan em Seul, na Coreia do Sul, após tentar invadir a residência de Jung Kook, integrante do grupo musical BTS. O incidente ocorreu neste domingo (4/1). A suspeita, na faixa dos 30 anos, já era conhecida pelas autoridades por episódios anteriores envolvendo o mesmo artista.
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A detenção representa o terceiro caso envolvendo a mesma mulher em menos de um mês. As autoridades sul-coreanas identificaram um padrão de comportamento persistente que culminou na prisão.
Os episódios de perseguição tiveram início em dezembro de 2025. A primeira abordagem policial aconteceu no dia 13 daquele mês, quando a suspeita foi liberada após prestar esclarecimentos. A situação ganhou maior gravidade quando ela retornou ao local no dia 28 de dezembro, caracterizando reincidência, e novamente em 4 de janeiro de 2026.
Segundo o boletim policial, a brasileira deixava evidências constantes de sua presença nas proximidades da residência do cantor. Ela manipulava correspondências, fixava fotografias e escrevia mensagens diretamente nas paredes próximas à casa do artista.
Após o segundo incidente em dezembro, a agência que representa Jung Kook solicitou formalmente uma medida protetiva, baseada na legislação anti-stalking sul-coreana. Apesar desta solicitação, a mulher retornou ao endereço do cantor, o que resultou em sua prisão imediata.
O documento policial não especifica a identidade completa da brasileira, nem detalha quais medidas legais específicas serão aplicadas após sua detenção.
Até o momento, não foram divulgadas declarações oficiais do artista ou de seus representantes sobre o ocorrido.
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