A Polícia Federal executou a terceira fase da Operação Coffee Break nesta quinta-feira (15/1) no estado de São Paulo. A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão e implementou medidas de constrição patrimonial contra suspeitos de envolvimento em irregularidades em processos licitatórios públicos. A operação foi coordenada pela delegacia da PF em Campinas (SP).
As diligências desta nova etapa buscam aprofundar as investigações sobre possíveis esquemas fraudulentos em licitações e outros crimes contra a administração pública. Os agentes federais deram sequência ao trabalho investigativo que teve início no começo deste mês.
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A Operação Coffee Break começou em 12 de janeiro de 2026, quando foram cumpridos 50 mandados de busca e apreensão e seis ordens de prisão preventiva em três estados: São Paulo, Paraná e no Distrito Federal. Esta ampla distribuição geográfica demonstra a extensão do caso sob investigação.
As autoridades mantêm sigilo sobre as identidades dos investigados para não comprometer o andamento dos trabalhos. Também não foram divulgados detalhes sobre os valores envolvidos nas supostas fraudes ou a quantidade exata de contratos públicos sob suspeita.
Segundo informações da Delegacia da PF em Campinas, os alvos da operação poderão responder por diversos crimes, dependendo de suas participações individuais. Entre as possíveis infrações estão corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e organização criminosa.
As ações policiais concentraram-se em endereços no estado de São Paulo, onde foram realizadas as buscas autorizadas pela Justiça Federal. Além disso, foram implementadas medidas de bloqueio patrimonial contra os investigados.
