O Palmeiras foi goleado pelo Novorizontino por 4 a 0 na noite da última terça-feira (21/01), pela 4ª rodada do Campeonato Paulista. A principal causa da derrota foi a atitude diferente dos dois times durante a partida.
Não podemos dizer que o Palmeiras estava atuando com os reservas. A defesa era a titular, com Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez. Essa é a defesa que começou a final da Libertadores. Ainda estavam em campo Raphael Veiga, Allan e Flaco López. No total eram sete jogadores titulares e que atuaram na final continental contra o Flamengo, o momento mais importante da equipe na temporada passada.
Logo, o problema da equipe não foi de escalação, nem tático, muito menos de utilizar os garotos da base. O Abel, inclusive, está lançando os garotos de maneira correta, diferente do Flamengo, que usou todos os jovens de uma só vez.
O que aconteceu na noite de ontem foi um problema de atitude. O Palmeiras não pode perder para o Novorizontino por 4 a 0 em nenhuma competição, nem em basquete, em vôlei, em hóquei, em tênis, em nada. Com todo respeito ao Novorizontino, que é um time organizado e quase subiu para a primeira divisão em três temporadas.
A derrota da equipe de Abel Ferreira tem que gerar atitudes dentro do clube. Alguns jogadores têm que ser afastados. Se faltou garra dos atletas em campo, cabe ao treinador escolher os que tiveram os piores desempenhos e afastá-los.
Houve jogadores que não se empenharam o suficiente de acordo com aquilo que ganham e que representam, muito menos em relação ao tamanho do clube que eles defendem.
Eu entendo que uma derrota como a de ontem tem que muito mais consequências do que apenas muros pichados. Tem que mostrar para os jogadores que, se a falta de atitude continuar, medidas vão ser tomadas.
