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Conselho da Paz de Trump tem 12 países autoritários entre 26 membros

Iniciativa lançada durante Fórum Econômico Mundial em Davos conta com apenas 5 nações consideradas plenamente livres

O Conselho da Paz, iniciativa liderada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conta com 12 países classificados como regimes autoritários entre seus 26 integrantes.

A classificação foi estabelecida pelo relatório anual Freedom in the World, elaborado pela organização Freedom House. O grupo foi oficialmente lançado na quinta-feira (22/01) durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

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Segundo a análise da Freedom House, apenas cinco nações participantes são consideradas plenamente livres, com democracias reconhecidas. Os demais nove países são classificados como “parcialmente livres”.

A iniciativa tem como objetivo “promover a estabilidade, restaurar a governança confiável e legítima e assegurar uma paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos”, conforme definido em seu estatuto.

Metodologia de classificação

A Freedom House utiliza um sistema de pontuação baseado em diversos indicadores para avaliar anualmente o estado das liberdades democráticas globalmente. Entre os critérios analisados estão direitos políticos, liberdades civis, processos eleitorais e funcionamento governamental.

O relatório categoriza os países em três grupos distintos: “livres” (democracias liberais), “parcialmente livres” (democracias eleitorais, mas não liberais) e “não livres” (regimes autoritários).

Brasil avalia participação

O Brasil recebeu convite para integrar o Conselho da Paz, mas ainda não formalizou resposta. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém postura cautelosa e avalia internamente a participação, com planos de consultar outros países antes de tomar uma decisão definitiva.

Composição do Conselho Executivo

O Conselho Executivo fundador da iniciativa inclui figuras proeminentes como o secretário de Estado americano Marco Rubio, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e o atual presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, além de outras autoridades e pessoas próximas ao círculo de Trump.

Donald Trump, representando o Partido Republicano dos Estados Unidos, lidera o projeto que busca prevenir conflitos armados ao redor do mundo. A adesão dos 26 países ocorreu logo no primeiro dia de criação do Conselho.

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