Os gastos administrativos da máquina pública atingiram o maior patamar em nove anos em 2025. Mas, afinal, o que são tais gastos?
Os gastos administrativos incluem todos os custos de manutenção do Estado, como estrutura física, folha de pagamento, contratos, prédios, salários, assessorias, órgãos governamentais e cargos políticos.
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Hoje, o Brasil está num cenário de endividamento com déficit fiscal e crescimento baixo. Assim, o comum seria enxugar a máquina pública, cortar desperdícios, reduzir estrutura redundante e aumentar a eficiência. Porém, não é isso que acontece. Há três pontos principais que contribuem para a expansão dos gastos públicos:
O primeiro é a ineficiência administrativa, caracterizada pela criação de órgãos com funções sobrepostas, programas sem avaliação adequada e contratos onerosos com baixa transparência.
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O segundo fator apontado pela especialista é que os gastos públicos estão no maior nível desde 2016. O terceiro elemento é o assistencialismo sem contrapartida estrutural, que não promove a independência dos beneficiários.
