O pior aconteceu! E expectativa por Neymar no clássico contra o São Paulo, na Vila Belmiro, nesta quarta-feira, se transformou em frustração. E mais, deixou o cenário para partida ainda mais arriscado.
Pelo que esta coluna apurou, Neymar será “poupado” e ganhará mais tempo para se condicionar. A ideia é tê-lo em campo contra o Noroeste, em Bauru, domingo, pela penúltima rodada da fase classificatória do Paulistão. Sim, Vojvoda precisa de Neymar para evitar o pior no estadual.
Mas, e o clássico Sansão? É apenas a segunda rodada do Brasileirão, mas, a irritação da torcida, a promessa de protestos e a pressão perla demissão de Juan Pablo Vojvoda, Alexandre Mattos e companhia só crescem! Neymar seria uma espécie de “trégua” entre os lados que divergem.
Sem Neymar, o Santos pode ter alterações com relação ao time titular que enfrentou o tricolor pelo Paulistão no último sábado, derrota por 2 a 0, no Morumbis: Gabriel Brazão, Mayke, Adonis Frias, Luan Peres e Vinicius Lira; João Schmidt, Gabriel Menino, Zé Rafael e Álbaro Barreal; Rony e Gabriel Barbosa.
Outra novidade é a presença de Tiquinho Soares erntre os reservas. O atacante iniciou o ano com um edema na coxa. Neste período a diretoria do alvinegro estudou propostas para o empréstimo do ex-camisa 9. Remo e Curitiba foram os clubes interessados, mas, não conseguiriam arcar com 100% dos salários do atacante, na casa de R$ 1,5 milhão mensais.
Tiquinho até cogitou uma rescisão de contrato amigável com o Santos, desde que o clube da Vila Belmiro pagasse as luvas que foram incorporadas aos salários até dezembro de 2027. Não houve acordo e Tiquinho resolveu permanecer.
Desde que iniciou a temporada Juan Pablo Vojvoda não conseguiu repetir uma única vez a escalação do Peixe.
Nesta quarta o técnico argentino entra em campo sabendo que, em caso de derrota, o clima ficará insustentável para uma sequência no Santos, apesar do presidente Marcelo Teixeira dizer que Vojvoda será técnico do Peixe durante todo seu mandato, que termina em 31 de dezembro deste ano.
Um Sansão cheio de expectativas, realidades e, porque não, desespero por parte dos santistas.
