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PF investiga Previdência do Amapá após destinação de R$ 400 mi ao Master

Investigação busca apurar a legalidade na gestão dos recursos previdenciários estaduais; operação cumpriu 4 mandados de busca e apreensão em Macapá

A Polícia Federal deflagrou a Operação Zona Cinzenta para investigar possíveis irregularidades em investimentos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá (RPPS/AP). A ação ocorreu nesta sexta-feira (06/02) em Macapá, com o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão autorizados pela 4ª Vara da Justiça Federal. As investigações concentram-se na aplicação de recursos previdenciários em produtos financeiros considerados de alto risco.

Os agentes federais executaram os mandados judiciais em endereços específicos na capital amapaense durante a manhã. A operação busca apurar a legalidade na gestão dos recursos previdenciários estaduais, especificamente a destinação de R$ 400 milhões para Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master, de acordo com o g1.

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A investigação teve início após o Banco Central determinar a liquidação do Banco Master em novembro de 2025. A instituição financeira enfrentava grave crise de liquidez, sem recursos suficientes para honrar compromissos com clientes e investidores.

Entre os alvos da operação estão o presidente da instituição previdenciária, Jocildo Silva Lemos, além de Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves, que integravam o comitê de investimentos do RPPS/AP.

A quantia de R$ 400 milhões aplicada em Letras Financeiras do Banco Master constitui parte expressiva dos recursos previdenciários do Amapá. As autoridades investigam se essa operação financeira causou prejuízo ao erário público.

A Polícia Federal ainda não divulgou informações sobre o montante que pode ter sido comprometido após a liquidação da instituição bancária, nem se existem outros envolvidos além dos três nomes já identificados.

As investigações continuam para esclarecer completamente os fatos e identificar todos os responsáveis pelas decisões que levaram à aplicação dos recursos previdenciários nos produtos financeiros de alto risco. A PF informou que novas informações serão divulgadas conforme o avanço do inquérito policial.

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