O cantor porto-riquenho Bad Bunny recebeu apenas US$ 1.000 pela apresentação no intervalo do Super Bowl. A performance aconteceu neste domingo (9/02), nos Estados Unidos, durante a final da temporada da NFL.
Este valor, equivalente a R$ 5.200, corresponde ao cachê mínimo determinado pelo sindicato Screen Actors Guild-American Federation of Television and Radio Artists.
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A NFL arca com os custos milionários da produção do espetáculo, mas mantém o pagamento simbólico para os artistas. A prática se aplica a todas as celebridades que se apresentam no evento, incluindo megaestrelas como Rihanna e The Weeknd em edições anteriores.
A audiência do show de intervalo alcança aproximadamente 250 milhões de pessoas simultaneamente. Jon Barker, vice-presidente sênior e chefe global de grandes eventos da NFL, explicou ao site The Athletic, do New York Times: “Quando você tem a oportunidade, como artista, de subir em um palco e alcançar 250 milhões de pessoas ao mesmo tempo, e isso sem contar as redes sociais, o streaming e a possibilidade de as pessoas assistirem novamente, acho que esse é um dos palcos mais importantes do entretenimento ao vivo.”
Bad Bunny seguiu os passos de outros grandes nomes da música como Shakira, Justin Timberlake e Bruno Mars, que também já se apresentaram no intervalo do Super Bowl em anos anteriores.
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A apresentação ocorreu uma semana após o artista conquistar o prêmio de álbum do ano no Grammy com “Debí Tirar Más Fotos”. O disco marcou a primeira vez que um trabalho inteiramente em espanhol recebe esta honraria.
A NFL não divulgou quanto investiu especificamente na produção do show de Bad Bunny. Os custos de produção desses espetáculos podem chegar a milhões de dólares.
