Ex-técnico de Serena Williams, Patrick Mouratoglou lançou nesta terça-feira (10/02) no Brasil uma parceria com a Rio Tennis Academy.
Pelo convênio entre a academia carioca e a Mouratoglou Academy, as duas entidades vão poder fazer intercâmbios de tenistas de alto rendimento e capacitação de treinadores, entre outros benefícios para ambas as partes.
Acesse o canal da TMC no WhatApp para ficar sempre informado das últimas notícias
“A Rio Tennis está desenvolvendo jovens jogadores, treinando estes atletas desde a base, desenvolvendo para serem os melhores que podem ser e possivelmente alguns deles possam se tornar jogadores top e campeões”, disse o francês, que já treinou também a japonesa Naomi Osaka, o grego Stefanos Tsitsipas e o dinamarquês Holger Rune.
Mouratoglou exaltou a história do Brasil no tênis e lembrou dos feitos de Gustavo Kuerten. “Eu amo esse país, tem um incrível potencial para os esportes aqui. Vocês têm um campeão na França que é o Guga e tem um grande potencial. Fiquei empolgado em voltar e poder desenvolver algo aqui . Eu falei sobre a infraestrutura daqui, mas, além dela, eu vejo a paixão e os valores das pessoas aqui que é necessário para poder fazer um bom trabalho. É um sonho realizado.”
O experiente treinador, um dos mais badalados do circuito, elogiou o momento vivido pelo esporte nacional, com destaque para João Fonseca e Beatriz Haddad Maia.
“É um bom momento do tênis brasileiro por conta do João Fonseca”, afirmou. “Vejo que os brasileiros têm muita esperança, mas é incrível, ele pode ser um jogador muito do topo, é um grande momento para o tênis no Brasil.”
Leia mais: Medalhas danificadas nos Jogos de Inverno serão reparadas após falha técnica no fecho
Mouratoglou já tem experiência em trabalhar com brasileiros. Ele conta com a jovem brasileira Victoria Barros em sua academia, no sul da França.
“Vim aqui também para dar sequência em colaborar com potenciais futuros campeões no Brasil. Em nossa academia temos uma jovem, a Victoria Barros. Joguei com ela, fiquei muito impressionado. Tenho certeza que, se a Rio Tennis existisse naquele momento, ela não teria porque sair do Brasil. Temos muito a fazer pelo desenvolvimento do tênis brasileiro e é por isso que vim para cá.”
