Mulher Pera é impedida de desfilar pela Mocidade Unida da Mooca no Sambódromo do Anhembi

Influenciadora diz que chegou uma hora antes da apresentação, mas escola alega atraso; musa afirma que verdadeiro motivo foi troca de fantasia por outra que considerava mais adequada.

Por Redação TMC | Atualizado em
Foto: Reprodução/Instagram/Mulher Pera
Foto: Reprodução/Instagram/Mulher Pera

A influenciadora Suéllem Cury, conhecida como Mulher Pera, foi impedida de participar do desfile da Mocidade Unida da Mooca no Sambódromo do Anhembi. O fato ocorreu na sexta-feira (13/02), momentos antes da apresentação da agremiação paulistana. A escola de samba e a musa apresentam versões contraditórias sobre o motivo da proibição.

Em vídeo nas redes sociais, um integrante não identificado aparentemente da Mocidade Unida da Mooca justifica a decisão alegando que Suéllem não compareceu no horário estabelecido para o início do desfile e que sua atitude estava desrespeitando a escola.

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A influenciadora, por sua vez, contestou essa explicação e afirmou que o verdadeiro motivo foi sua decisão de trocar a fantasia original por outra que considerava mais adequada.

Mulher Pera ainda afirma ter chego ao Sambódromo às 22h, uma hora antes do horário previsto para o início da apresentação da escola, marcada para as 23h.

O impasse entre a influenciadora e os dirigentes da escola ocorreu nas dependências do Sambódromo do Anhembi, local dos desfiles das escolas de samba de São Paulo.

Um vídeo que capturou parte da discussão foi divulgado pelo colunista Lucas Pasin, do Metrópoles. Na gravação, a influenciadora tenta argumentar com os diretores da agremiação: “Nunca fui tão desrespeitada como estou sendo. Vocês estão me desrespeitando, eu cheguei antes”.

Apesar de seus protestos, a decisão da escola foi mantida.

Em suas redes sociais, a influenciadora compartilhou nos stories sua versão dos fatos com seus seguidores após o ocorrido: “Cheguei aqui, vim com outra fantasia, porque a minha era horrível. Eu não tinha gostado, cheguei uma hora antes e não estão querendo me deixar subir. Não estou entendendo, vou ter que divulgar porque estou muito chateada. São 22h, a escola entra às 23h”.

O caso gerou repercussão nas plataformas digitais, onde Suéllem Cury continuou relatando o episódio para seu público.

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