A escola de samba Camisa Verde e Branco enfrentou um problema técnico durante sua apresentação no Sambódromo do Anhembi neste domingo (15/02). A última alegoria da agremiação da Barra Funda parou de se movimentar em pleno desfile, comprometendo a evolução da escola na avenida.
O incidente ocorreu nas primeiras horas da manhã, quando o carro alegórico que encerrava o desfile da tradicional agremiação paulistana ficou imobilizado. A falha técnica afetou o ritmo e a progressão da escola durante sua apresentação oficial no carnaval de São Paulo.
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Com este problema, o Camisa Verde e Branco passou a enfrentar risco de rebaixamento na competição do carnaval paulistano de 2026. A paralisação da alegoria colocou a escola em situação delicada na disputa.
A paralisação do último carro comprometeu significativamente o andamento do desfile. O travamento da alegoria interferiu na fluidez da apresentação, elemento importante na avaliação dos jurados.
O último carro alegórico da Camisa Verde e Branco saiu do eixo e ficou preso nas barras de ferro laterais da pista do Sambódromo quando faltava pouco para o encerramento da apresentação.
Integrantes da escola precisaram empurrar o carro manualmente para conseguir liberá-lo e retomar o deslocamento, com parte dos componentes correndo na tentativa de minimizar o prejuízo no cronômetro.
Na correria para liberar a alegoria, o vice-presidente da escola, João Victor Ferro, machucou o pé. Mesmo com o esforço coletivo, a escola ultrapassou o tempo regulamentar e concluiu o desfile em 1h06min19s, acima do limite previsto.

O problema técnico aconteceu durante a passagem da agremiação pelo Sambódromo do Anhembi, palco oficial das apresentações das escolas de samba de São Paulo.
Antes mesmo do desfile começar, a escola já havia enfrentado dificuldades. Por volta das 4h30 da madrugada, uma integrante da velha guarda do Camisa Verde e Branco passou mal na concentração. A idosa, que seria diabética, desmaiou em cima do carro alegórico. Ela foi atendida por médicos em uma ambulância e encaminhada para avaliação.
A Camisa Verde e Branco foi a última escola a desfilar já no amanhecer deste domingo, 15 de fevereiro de 2026, encerrando a programação da segunda noite de apresentações do Grupo Especial. Seu enredo “Abre Caminhos” abordou a força de Exu, orixá reconhecido nas tradições afro-brasileiras como mensageiro e guardião dos caminhos, em uma proposta criada pelo carnavalesco Guilherme Estevão em parceria com os enredistas Clark Mangabeira e Victor Marques.
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