O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ovacionado pelo público ao aparecer na Marquês de Sapucaí. Durante a maior parte da apresentação, o chefe do Executivo permaneceu no camarote da Prefeitura, mas em determinado momento desceu à pista para saudar o mestre-sala e a porta-bandeira, gesto que fez ao lado do prefeito Eduardo Paes (PSD). A manifestação ocorreu no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói.
Os espectadores presentes aplaudiram o chefe do Executivo quando ele surgiu na fachada do espaço oficial da Prefeitura do Rio. O presidente voltou a receber demonstrações de apoio às 22h, durante a entrada da agremiação niteroiense na avenida.
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Durante a aparição do presidente no camarote, o público entoou gritos de “olê, olê, olá, Lula, Lula”. O chefe do Executivo federal acenou para os presentes que acompanhavam os desfiles das escolas de samba no tradicional sambódromo carioca.

A reação dos foliões aconteceu de forma espontânea quando Lula foi visto no espaço oficial da administração municipal. Um espectador chegou a estender uma faixa da campanha presidencial de 2022 em frente ao camarote da Prefeitura do Rio.
A Acadêmicos de Niterói, que desfilou na noite deste domingo no sambódromo localizado na região central do Rio de Janeiro, apresentou como tema uma homenagem ao próprio presidente Lula. A agremiação entrou na avenida enquanto o presidente estava presente no evento.
O camarote onde Lula foi visto pertence à Prefeitura do Rio, administrada por Eduardo Paes, do Partido Social Democrático (PSD), que acompanhou o presidente durante sua aparição no evento carnavalesco.
Em meio aos aplausos conquistados pela Acadêmicos de Niterói com a homenagem ao presidente Lula no Carnaval do Rio de Janeiro, um protesto chamou atenção na avenida: um homem ainda não identificado surgiu fantasiado de “ladrão”, carregando sacos de dinheiro e adesivos do INSS”, em alusão crítica a investigações sobre supostas fraudes que circulam no debate político.
O gesto rapidamente repercutiu nas redes sociais e acirrou discussões em um desfile marcado pela polarização, impulsionada tanto pela celebração ao chefe de Estado em exercício quanto pelos questionamentos de opositores sobre o uso de espaço cultural e de recursos públicos em contexto pré-eleitoral.
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