“Orgulho de ser mulher preta, macumbeira e sambista. Essa marca, esse samba, esse enredo. Família Beija-Flor, espero que dê resultado. Foi lindo”, declarou Selminha Sorriso, emocionada, após a apresentação na Marquês de Sapucaí. A porta-bandeira reafirmou sua identidade e celebrou o momento vivido pela escola, destacando a força do samba e da comunidade nilopolitana.
Ao lado do mestre-sala Claudinho, ela comemora 30 anos defendendo o pavilhão da Beija-Flor, consolidando uma das parcerias mais longevas e vitoriosas do Carnaval carioca. O casal é símbolo de elegância, sintonia e tradição na azul e branca de Nilópolis.
Siga a TMC no WhatsApp e fique por dentro das últimas notícias do Brasil e no mundo
Atual campeã do Carnaval do Rio, a Beija-Flor de Nilópolis levou para a avenida um enredo dedicado ao Bembé do Mercado, tradicional celebração do Recôncavo Baiano reconhecida como Patrimônio Imaterial do Brasil.
Com cerca de 130 anos de existência, a festividade é considerada a maior manifestação pública ligada ao candomblé no mundo e transformou o sambódromo em um espaço de reverência à ancestralidade, à fé e à resistência cultural.
Leia mais: Beija-Flor surpreende com barco que se transforma em Mãe D’água na Comissão de Frente
