O Brasil encerrou sua participação nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 neste domingo (22/02) com desempenho histórico. A delegação brasileira ficou na 19ª posição do quadro geral de medalhas.
Lucas Pinheiro Braathen garantiu o ouro no slalom gigante do esqui alpino, conquistando a primeira medalha do país na história das Olimpíadas de Inverno.
A Noruega liderou o quadro de medalhas com 18 ouros, 12 pratas e 11 bronzes, totalizando 41 medalhas.
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A vitória de Lucas Pinheiro Braathen no slalom gigante colocou o Brasil no quadro de medalhas pela primeira vez desde que começou a participar dos Jogos de Inverno. O ouro na modalidade representou o primeiro pódio olímpico do país em competições de inverno.
Marco La Porta, presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), destacou a conquista. “Começamos bem, aumentando o número de participantes, aumentando o número da delegação. E fechamos literalmente com a chave de ouro, conquistando a primeira medalha olímpica do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E logo uma medalha de ouro”, celebrou o dirigente.
Milão-Cortina 2026 contou com 14 atletas brasileiros. O número estabeleceu novo recorde de participantes do país em uma edição dos Jogos de Inverno. A delegação superou o total de representantes de edições anteriores da competição.
Cinco atletas brasileiros terminaram entre os 20 primeiros colocados em suas modalidades. Nicole Silveira obteve a 11ª posição no skeleton feminino. Pat Burgener ficou em 14º lugar no snowboard halfpipe. Augustinho Teixeira alcançou a 19ª colocação, também no snowboard halfpipe. Edson Bindilatti comandou o trenó 4-man do bobsled até a 19ª posição.
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Noruega lidera pela quarta vez consecutiva
A Noruega terminou na liderança do quadro de medalhas pela quarta edição consecutiva. Foi a 11ª vez na história que o país nórdico ficou em primeiro lugar nos Jogos de Inverno.
Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar com 12 ouros, 12 pratas e 9 bronzes, somando 33 medalhas. A Holanda conquistou 10 ouros, 7 pratas e 3 bronzes, totalizando 20 medalhas. A Itália também obteve 10 ouros, mas ficou em quarto lugar por ter conquistado 6 pratas e 14 bronzes, somando 30 medalhas. A Alemanha completou o top-5 com 8 ouros, 10 pratas e 8 bronzes, totalizando 26 medalhas.
Milão-Cortina 2026 registrou 29 países com medalhas. O número repetiu o total de Pequim 2022. O recorde permanece com PyeongChang 2018, que teve 30 delegações medalhistas.
