O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado em um hospital particular de Brasília com broncopneumonia nesta sexta-feira (13/03). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) solicitou a transferência do pai para prisão domiciliar. Bolsonaro cumpre pena na Papudinha, complexo penitenciário da capital federal.
Bolsonaro passou mal durante a manhã no local onde está detido. Foi encaminhado para atendimento hospitalar e encontra-se na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), segundo boletim médico divulgado. O tratamento inclui administração de antibióticos.
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Flávio Bolsonaro utilizou as redes sociais para manifestar sua posição sobre o caso. O parlamentar argumentou que a permanência em ambiente domiciliar evitaria complicações de saúde como a que resultou na internação atual.
“A gente acordou hoje muito preocupado. Todo mundo pego de surpresa com a internação do meu pai. Eu cheguei lá e ele estava abatido, com a voz fraca. O fisioterapeuta pediu para ele ficar em pé e não conseguia se equilibrar”, contou.
O senador enfatizou que o episódio demonstra a necessidade de supervisão constante do ex-presidente por familiares ou profissionais de saúde. “É mais uma constatação de que ele não pode ficar sozinho. Precisa alguém estar acompanhar ele permanentemente“, seguiu. “Mais uma vez ele poderia ser encontrado morto”, acrescentou.
O médico Brasil Caiado é o profissional responsável pelo acompanhamento do quadro clínico do ex-presidente. Não há previsão estabelecida para a alta hospitalar. Caiado informou que a definição depende da resposta ao tratamento medicamentoso e da reação do organismo.
“Nós não podemos falar em data, porque na verdade nós não sabemos. Precisamos da resposta do medicamento e também do próprio organismo se defendendo“, explicou.
No vídeo publicado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro convocou os apoiadores do ex-presidente a realizarem orações e jejum entre meia-noite e seis horas da manhã: “A oração é o escudo do cristão. Vamos jejuar e orar por Bolsonaro, pela sua recuperação e para que possa ser conduzido a uma prisão humanitária, como é seu direito“.
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