O outono chegou e trouxe consigo temperaturas um pouco mais amenas e tempo seco, além do aumento dos casos de infecções respiratórias. Em meio a isso, algumas campanhas de vacinas começam a circular, mas você sabe qual o momento ideal para tomar cada uma delas?
Para deixar claro, não existe uma única vacina que sirva para todas as doenças respiratórias. É preciso estar atento ao tipo de imunizante, assim como idade, condições de saúde e calendário vacinal.
Hoje, entre as principais infecções estão gripe, Covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR) e pneumococo.
Quando tomar cada vacina?
Quando se trata de vacinas para doenças respiratórias, algumas têm o tempo ideal, enquanto outras podem ser feitas em qualquer época do ano. Confira abaixo:
- Gripe (influenza): é melhor tomar antes do pico de circulação do vírus, que ocorre entre março e maio. No entanto, vale aplicar a vacina fora desse período também.
- Covid-19: não tem um momento estratégico definido. Especialistas recomendam apenas doses de reforço de tempos em tempos, principalmente para grupos de risco.
- Vírus sincicial respiratório (VSR): também não possui calendário rígido e a aplicação da vacina depende do perfil do paciente, sendo indicada para gestantes, idosos e pessoas com comorbidades.
- Pneumocócica: a vacina pode ser tomada em qualquer época do ano. A indicação varia com a idade e a presença de doenças crônicas ou condições que possam gerar complicações.
Quem deve tomar?
Na hora de decidir quem deve tomar a vacina, o ponto em questão é sempre a idade, pois o calendário é diferente para crianças pequenas, gestantes, adultos e idosos. Por isso, é importante ficar atento às datas para cada fase da vida. Além disso, quem tem doenças crônicas costuma entrar nos grupos prioritários.
É possível tomar mais de uma vacina de uma vez?
A resposta é sim. O corpo humano está preparado para lidar com múltiplos estímulos simultaneamente, e as vacinas representam uma exposição segura a antígenos. Por isso, elas não sobrecarregam o sistema imunológico nem comprometem seu funcionamento, permitindo que o organismo desenvolva proteção de forma eficaz.
Vacinas não impedem infecções
Vale ressaltar que nenhuma vacina oferece proteção completa. O que elas fazem é reduzir o risco de complicações, de hospitalização e de morte, principalmente em crianças pequenas, idosos e pacientes com comorbidades.




