Cinebiografia “Michael” expõe divergências entre filhos do cantor

Enquanto um dos filhos participa ativamente da divulgação, outro prefere se distanciar da produção que retrata a vida do Rei do Pop

Por Agência JAGR | Atualizado em
Na foto há os três filhos de Michael, no lado esquerdo está Paris, no meio Prince e do lado direito Bigi.
(Foto: parisjackson e princejackson via Instagram)

Um dos lançamentos mais aguardados do ano, o filme “Michael” chegou aos cinemas cercado de expectativas e também de opiniões divergentes dentro da própria família do artista. A produção retrata a trajetória do Rei do Pop desde os tempos do Jackson 5 até o auge da carreira solo.

Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, o longa teve participação direta de membros da família. Ainda assim, nem todos demonstraram a mesma opinião sobre o projeto.

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Prince apoia e participa do projeto

O filho mais velho, Prince Jackson, é um dos principais defensores da cinebiografia. Ele atuou como produtor executivo e tem marcado presença em eventos de divulgação ao redor do mundo.

Em entrevistas, Prince destacou que o filme representa uma oportunidade de mostrar um lado mais humano do pai. Para ele, o cantor foi frequentemente mal compreendido, e a produção pode ajudar a construir uma nova perspectiva sobre sua história.

Além disso, ele já declarou que se emocionou ao ver o primo caracterizado como Michael.

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Paris Jackson mantém distância e já criticou o filme

Por outro lado, Paris Jackson adotou uma postura bem diferente. A artista não participou da divulgação e, nas redes sociais, praticamente ignorou o lançamento.

Em ocasiões anteriores, Paris chegou a criticar o projeto, classificando partes da narrativa como pouco fiéis à realidade. Em um vídeo publicado e depois apagado, ela afirmou que o filme atende a uma visão idealizada do cantor, sem abordar aspectos mais complexos de sua vida.

Sei que muita gente vai ficar feliz com esse filme, especialmente uma parte da comunidade que ainda vive na fantasia”, disse. “A questão dessas cinebiografias é que são Hollywood. É um país das maravilhas: não é real, mas é vendido como se fosse, de forma muito açucarada. Existe uma narrativa controlada, com muitas imprecisões e mentiras descaradas, e isso simplesmente não funciona para mim”.

Ela alega que abandonou o projeto após não ser ouvida. “Eu não gosto de desonestidade. Manifestei-me, não fui ouvida, então pensei: tudo bem. Vocês vão gostar do filme, então assistam, aproveitem, façam o que quiserem, só me deixem fora disso”, esclareceu. “As pessoas dizem que eu odeio meu pai ou que não quero nada com ele porque não estou envolvida no filme. Essa não é a minha verdade. Eu simplesmente prefiro honestidade a vendas e ganho monetário“.

Bigi aparece em público

O caçula, Bigi Jackson, mantém um perfil mais discreto. Sem presença ativa nas redes sociais, ele fez uma rara aparição em uma pré-estreia do filme, ao lado do irmão. O mais novo usou um figurino característico de seu pai, além da braçadeira.

Apesar da presença no evento, Bigi não comentou publicamente sobre a produção, o que reforça seu padrão reservado que sempre marcou sua postura diante da mídia.

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