O presidente Lula (PT) não participará dos atos do Dia do Trabalhador nesta sexta-feira (1º). O mandatário permanecerá em Brasília sem agenda pública. Esta é a segunda vez consecutiva que Lula fica ausente das celebrações organizadas pelas centrais sindicais. A última participação do presidente em um evento público dessa natureza aconteceu em 2024, quando esteve presente em um ato realizado em um estádio de futebol em São Paulo.
O Palácio do Planalto optou por não comentar o motivo pelo qual o presidente não comparecerá aos eventos.
O governo será representado nos eventos pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência (SG), Guilherme Boulos. Ele participará de ato em São Bernardo do Campo (SP), no ABC paulista. Boulos estará acompanhado de Luiz Marinho, ministro do Trabalho, e Edinho Silva, presidente do PT.
A programação no paço municipal de São Bernardo é organizada pelos Metalúrgicos do ABC em conjunto com outros 23 sindicatos da região. O evento terá como principal tema a defesa do fim da escala 6×1, considerado assunto crucial pelo governo em ano eleitoral.
Em 2024, o ato em São Paulo registrou baixa adesão. O esvaziamento do evento levou Lula a cobrar publicamente o então ministro da SG, Marcio Macedo.
Na capital paulista, um outro ato do 1º de maio deve reunir o pré-candidato ao governo do estado, Fernando Haddad (PT), e as pré-candidatas ao Senado, Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).
Ausência em videoconferência
Lula também não participará de uma videoconferência de chefes de Estado do Mercosul e da União Europeia nesta sexta. O encontro virtual marca o início da vigência provisória do acordo de livre comércio negociado há 26 anos entre os blocos.
O Brasil será representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. São esperados os presidentes do Mercosul, além do presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do Conselho Europeu, António Costa.




