Shakira faz Copacabana uivar em show histórico com participações e hits globais

Colombiana entrega espetáculo com pouco mais de 2h com drones, emoção, discursos e encontros inéditos no “Todo Mundo no Rio”

Por Redação TMC | Atualizado em
Shakira performs during an open concert at the Copacabana beach in Rio de Janeiro, Brazil May 2, 2026. REUTERS/Ricardo Moraes
Foto: Ricardo Moraes/Reuters

A Praia de Copacabana viveu uma noite inesquecível neste sábado (02/05) com a apresentação de Shakira no projeto “Todo Mundo no Rio”. A cantora subiu ao palco às 23h05, com mais de uma hora de atraso, após enfrentar problemas pessoais antes do show — não detalhados por sua equipe.

Antes mesmo do início, o céu da orla virou parte do espetáculo. Um show de drones desenhou uma loba luminosa, o rosto da artista e a frase “Te amo Brasil”, levando o público a reagir em coro. Milhares de fãs uivaram na areia, criando um dos momentos mais marcantes da noite antes mesmo da primeira música.

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Abertura com hits e declaração de amor ao Brasil

Shakira abriu o show com “La Fuerte”, seguida por “Girl Like Me” e os clássicos “Las de la intuición” e “Estoy Aquí”, já colocando a multidão para cantar. Logo no início, emocionada, relembrou sua primeira passagem pelo país:

“Cheguei aqui com 18 anos sonhando em cantar para vocês. A vida é mágica”, disse, em meio a gritos de “te amo, Brasil”.

Em clima de conexão total, a artista ainda brincou com sua persona: “Nada melhor do que quando uma lobinha encontra com a sua alcateia”, antes de uivar junto ao público.

Versatilidade musical e encenações impactantes

A cantora mostrou sua versatilidade ao tocar guitarra no medley de “Empire” e “Inevitable”. Na sequência, vieram hits recentes como “Te Felicito”, com performance sobre uma cama rosa ao lado de um dançarino caracterizado como boneco, e “TQG”, parceria com Karol G.

Desabafo em português e homenagem às mulheres

Após “TQG”, Shakira fez um discurso forte em português e dedicou o show às mulheres, compartilhando reflexões pessoais: “Minha vida não tem sido fácil… mas das quedas ninguém se salva”, afirmou. “Nós, mulheres, cada vez que caímos, nos levantamos mais fortes… juntas somos invencíveis”, completou.

Na sequência, embalou o público com “Don’t Bother”, hit de 2005.

Emoção com os filhos e sequência de sucessos

Um dos momentos mais emocionantes veio com “Acróstico”, quando seus filhos Milan e Sasha apareceram cantando no telão. Em seguida, a energia voltou com “Copa Vacía” e “La Bicicleta”.

O público foi ao delírio com “Hips Don’t Lie” e cantou em peso “Chantaje”, sucesso lançado com Maluma. Em um momento inusitado, Shakira cantou diretamente do camarim, com imagens exibidas simultaneamente nos telões.

Energia, sensualidade e participação de Anitta

A reta central do show teve alta intensidade com “Loca” e “Soltera”, esta última dedicada às mulheres independentes. Em uma performance marcante, a artista fez coreografia em uma estrutura de pole dance em formato de sua inicial.

O público foi à loucura com a entrada de Anitta. As duas cantaram “Choka Choka” pela primeira vez ao vivo, em um encontro inédito. “Deusa brasileira”, elogiou Shakira. “Você merece tudo isso”, respondeu a carioca.

Parcerias globais e brasilidade no palco

Na sequência, Shakira apresentou “Can’t Remember to Forget You”, com Rihanna no telão, relembrando a parceria de 2014. Depois, encantou com “Ojos Así”, exibindo sua tradicional dança do ventre.

O show ganhou forte identidade brasileira com participações especiais. Caetano Veloso subiu ao palco e foi reverenciado pela colombiana cantando a música “Leãozinho”, que a cantora escolheu propositalmente por dizer que a cantava para seu filho.

Na sequência, Maria Bethânia participou com a canção “O Que É, O Que É?”, acompanhada pela bateria da Unidos da Tijuca.

Bloco final com surpresas e encerramento grandioso

Na reta final, Shakira apresentou “Objection (Tango)”, mantendo a energia elevada antes das participações derradeiras.

O show seguiu com a entrada de Ivete Sangalo, que levou o público ao delírio em “País Tropical”.

Na sequência, vieram “Whenever, Wherever”, com coreografia marcante, e “Waka Waka (This Time for Africa)”, ampliando o clima de festa.

Durante “She Wolf”, Shakira reforçou sua conexão com os fãs: “Onde estão as lobas essa noite?”, perguntou, sendo respondida por um coro de uivos.

A loba domina Copacabana

O símbolo da “loba”, que acompanha a artista há anos, voltou a ecoar forte na praia — representando força, independência e empoderamento feminino, temas centrais do espetáculo.

Mais do que um show, Shakira transformou Copacabana em um espetáculo global, unindo hits, emoção e brasilidade em uma noite histórica.

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