O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques toma posse nesta terça-feira como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele comandará a Justiça Eleitoral nas eleições de outubro, que escolherão presidente, governadores, senadores e deputados.
André Mendonça, também ministro do STF, assume a vice-presidência do tribunal. Os dois substituem Cármen Lúcia, que presidiu o TSE durante as eleições municipais de 2024 e se tornou a primeira mulher a comandar a Justiça Eleitoral.
Nunes Marques planeja criar uma força-tarefa para avaliar mais de 500 mil urnas eletrônicas antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O ministro também será relator das resoluções que regulamentam o pleito.
O TSE manterá parcerias para combater fake news e conteúdo gerado por inteligência artificial durante a campanha. A estratégia segue o modelo adotado nas eleições anteriores.
Transição de comando
Cármen Lúcia encerra a gestão após comandar as eleições municipais de 2024. Durante seu mandato, o TSE reforçou mecanismos de combate à desinformação e ampliou a transparência dos processos eleitorais.
A posse de Nunes Marques marca o início de um novo ciclo na Justiça Eleitoral. O tribunal terá pela frente o desafio de organizar eleições gerais em um cenário político polarizado.
Antonio Carlos Ferreira segue como corregedor-geral eleitoral, responsável por fiscalizar o cumprimento das normas eleitorais em todo o país.
Quem é Nunes Marques
Nomeado para o STF em dezembro de 2021, Nunes Marques foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Antes de chegar ao Supremo, atuou no Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
O ministro substitui Marco Aurélio Mello, que se aposentou do STF. Sua gestão no TSE coincide com um ciclo eleitoral decisivo para o país.
Transição de comando
Cármen Lúcia encerra a gestão após comandar as eleições municipais de 2024. Durante seu mandato, o TSE reforçou mecanismos de combate à desinformação e ampliou a transparência dos processos eleitorais.
A posse de Nunes Marques marca o início de um novo ciclo na Justiça Eleitoral. O tribunal terá pela frente o desafio de organizar eleições gerais em um cenário político polarizado.
Antonio Carlos Ferreira segue como corregedor-geral eleitoral, responsável por fiscalizar o cumprimento das normas eleitorais em todo o país.




