Após entidades nacionais e a Conmebol saírem em defesa do árbitro brasileiro Raphael Claus, foi a vez da própria Fifa defender o juiz em meio às acusações de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Pierluigi Collina, chefe do Comitê de Arbitragem da entidade, assinou carta para resguardar o juiz.
“A FIFA reconhece Raphael Claus como um dos principais árbitros profissionais do mundo e um membro valioso do ‘Team One’ na Copa do Mundo da FIFA. Ao longo de sua carreira, ele demonstrou consistentemente os mais altos padrões de profissionalismo e integridade. Raphael Claus está apitando em sua segunda Copa do Mundo da FIFA, tendo estado conosco no Catar em 2022. Ele é um árbitro experiente e muito respeitado, e mantemos plena confiança nele como árbitro de confiança”, disse a Fifa no comunicado.
Ao confessar que interveio para a Fifa retirar o cartão vermelho apresentado para o atacante estadunidense Folarin Balogun, Donald Trump acusou de forma infundada Raphael Claus de estar envolvido em esquemas de manipulação de resultados no Brasil.
A acusação de Donald Trump é baseada nas reclamações de John Textor, ex-dono do Botafogo, de que o Campeonato Brasileiro de 2023 foi manipulado. Contudo, nem autoridades brasileiras nem a Fifa encontraram evidências de irregularidades na conduta de Raphael Claus.
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Raphael Claus expulsou Balogun durante os 16 avos de final da Copa do Mundo entre Estados Unidos e Bósnia, vencida pelos donos da casa por 2 a 0. Aos 18 minutos do segundo tempo, o atacante norte-americano deu uma entrada por trás em Muharemovic e acabou recebendo o vermelho após o árbitro brasileiro revisar o lance no VAR. Após o jogo, o árbitro brasileiro foi criticado pelos torcedores norte-americanos.
Trump apontou que Balogun não deveria perder o jogo seguido da campanha dos Estados Unidos e que a expulsão foi injusta. Neste momento, os EUA tenta avançar para as quartas da Copa do Mundo diante da Bélgica.




