Xuxa não tem papas na língua quando o assunto é Junno Andrade. Em entrevista à revista Quem, divulgada nesta terça-feira (07/07), a apresentadora de 63 anos abriu o jogo sobre os 13 anos de relacionamento com o namorado de 62 anos, e foi direta ao ponto.
Segundo ela própria, a relação tem “muito amor, muito sexo e muito tesão”. Mas não é só isso que mantém a chama acesa por mais de uma década.
O segredo dos 13 anos
Essa parceria toda faz sentido quando ela coloca em perspectiva: este é o relacionamento mais duradouro que já teve. “Eu nunca tive um relacionamento tão duradouro”, declarou à revista Quem.
Planos para a vida toda
E se depender de Xuxa, a história com Junno não tem data para acabar. A apresentadora foi categórica: “Quero morrer ao lado dele.”
A frase resume bem o tom da entrevista, leve, sem rodeios e com muito afeto. Aos 63 anos, Xuxa parece ter encontrado exatamente o que queria.
O reencontro que mudou tudo
Embora parecessem o casal perfeito desde o primeiro dia, a história dos dois começou muito antes de engatarem o namoro, em uma daquelas armadilhas deliciosas do destino. Eles se conheceram ainda na década de 1980, quando Junno, então um jovem cantor de sucesso, se apresentou no Xou da Xuxa. Na época, a faísca até existiu, mas os caminhos de ambos seguiram direções completamente diferentes. Foi preciso esperar 25 anos para que um novo encontro acontecesse, dessa vez nos bastidores do programa TV Xuxa, em 2012. Ali, com a maturidade a favor de ambos, a troca de olhares foi definitiva.
O pedido de namoro e os primeiros passos
O início do namoro foi marcado por muita intensidade e uma forte conexão espiritual e de estilo de vida, incluindo o fato de ambos compartilharem o amor pelos animais e o veganismo. O pedido de namoro oficial não demorou a acontecer, embalado por trocas de poesias e músicas que Junno compunha para a apresentadora. Xuxa, que sempre viveu sob os holofotes e com relacionamentos superexpostos, encontrou em Junno um porto seguro: um homem que não se intimidava com a sua grandeza, mas que a enxergava apenas como a Maria, sua “Xuxuca”.
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Da cumplicidade ao altar: o casamento
Com o passar dos anos, o namoro maduro e cheio de paixão naturalmente pediu um passo adiante. Eles já dividiam a rotina, os planos e as viagens, mas queriam celebrar o amor de forma única. Longe dos moldes tradicionais e de festas megalomaníacas, o casal optou por uma celebração íntima e cheia de significado. Para eles, o “casamento” nunca precisou de um papel assinado na igreja para ter valor; a união foi selada em um ritual de alma, cercados pela família, pelas filhas e pelos seus fiéis companheiros de quatro patas.




