Momentos antes de a bola rolar para o confronto decisivo entre Inglaterra e Noruega neste sábado (11/07), em Miami, pela Copa do Mundo 2026, o clima de decisão deu lugar à comoção. Jogadores de ambas as seleções europeias se reuniram no centro do gramado e respeitaram um minuto de silêncio.
A homenagem prestada pelos colegas de profissão foi direcionada a Jayden Adams, atleta da seleção da África do Sul, que teve sua morte confirmada aos 25 anos de idade no mesmo dia da partida.
O embate no estádio nos Estados Unidos, marcado pela tentativa inglesa de enterrar a traumática “maldição de 11 de julho”, começou com este gesto de solidariedade a um talento que se despediu de forma precoce.
Adams, que além da seleção sul-africana defendia o Mamelodi Sundowns, morreu sem que as causas fossem reveladas até o momento pelos seus representantes e familiares.
A notícia da morte chega dias após a intensa participação do jovem no Mundial. O meio-campista esteve em campo nas três partidas disputadas pela África do Sul na fase de grupos da Copa de 2026.
No mata-mata, permaneceu no banco de reservas durante a eliminação da sua equipe para o Canadá, pelo placar de 1 a 0. Durante a competição, o atleta já vinha enfrentando um luto pessoal intenso após perder sua avó, Marianna Adams.
O impacto de sua morte gerou manifestações dolorosas fora de campo. A esposa do jogador, Aqueelah Chloe Adendorf, com quem ele teve uma filha, pronunciou-se em suas redes sociais sobre a tragédia.
“Não há palavras para descrever a dor que estou sentindo. […] Você não foi apenas o amor da minha vida, mas também o meu maior apoiador e o meu melhor amigo”, escreveu Chloe, completando que uma parte do seu coração partiu com o marido.




