PSD é um cavalo de Troia para Lula: Carlos Portinho explica por que não acredita mais no Partido Social Democrático

Em entrevista para a TMC Rio, o pré-candidato a senador pelo PL conta sua visão para as próximas eleições.

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Reprodução/TMC News Br

O senador e pré-candidato a reeleição Carlos Portinho (PL) afirmou que o PSD no Rio de Janeiro se tornou um “cavalo de Tróia” para a possível reeleição do atual presidente Lula (PT). Em entrevista à TMC, o senador afirma que se afastou do PSD por acreditar que o partido não atua mais como centro-direita, e sim como um partido fragmentado que apoia o principal nome do PT.

Portinho foi um dos fundadores do PSD no Rio de Janeiro e foi eleito primeiro suplente na chapa de Arolde de Oliveira em 2018. Com a morte de Arolde em 2020, ele assumiu o mandato e se afiliou ao PL, por preferir se manter em um partido que classifica como centro-direita.

O PL passou por algumas opções antes de afirmar Portinho como o nome do partido à pré-candidatura do Senado. Ao ser questionado sobre ser um candidato de última hora, o senador afirmou que deixou o seu cargo à disposição do partido e de Flávio Bolsonaro até a inelegibilidade de Cláudio Castro ser confirmada. Segundo ele, a competição foi amigável entre ele e Carlos Jordy, o outro nome cotado para Senador pelo PL.

Falando sobre seus colegas de partido, Portinho afirma que não participou do governo de Castro por opção, e espera que as operações recentes com membros do PL não afetem a candidatura dele:

“Sempre tive críticas [ao governo de Castro], embora uma boa relação com o governador Cláudio Castro, e a política, cada um responde muito pelo seu CPF. O eleitor sabe diferenciar os personagens.”, explica.

Portinho também foi questionado sobre temas como a escala 6×1, quando ele explica que a pauta tem sido usada como pleito eleitoral:

“A gente tem que se preocupar para a gente não criar a título de algo, em princípio, positivo, simpático, que é a redução de jornada e a folga remunerada. A gente criar mais precarização do trabalho, mais pejotização, porque é uma das saídas que muitos empresários vão adotar. O Brasil precisa não atrapalhar quem empreende e produz”, Portinho comenta que a média do trabalho no Brasil não alcança a escala 5×2, e descarta essa discussão durante o período eleitoral.

A entrevista na íntegra vocês conferem no Youtube TMC News Br

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