Romeu Tuma Júnior e Miguel Marques, respectivamente presidentes do Conselho e do Conselho de Orientação (Cori) do Corinthians, se encontraram no Parque São Jorge na última quinta-feira (16/07). O motivo da reunião foi a realização da assembleia geral para validação do novo estatuto do clube. A informação é da TMC.
A reunião foi para tentar alinhar o que será votado e a data da nova assembleia geral. Nesta sexta (17/07), foi encaminhada uma proposta da comissão eleitoral do Conselho Deliberativo para o Cori analisar. A expectativa é que até o fim da próxima semana o órgão responda para que seja marcada a nova assembleia geral.
Conforme apurou a reportagem, ainda existe expectativa de que as eleições para presidente e Conselho Deliberativo, marcadas para novembro, sejam feitas já com o novo estatuto em vigência – que contempla, por exemplo, participação de sócios do Fiel-Torcedor nas votações. Contudo, seria necessário agilidade para que a assembleia geral ocorra até, no máximo, meados de setembro. Nos bastidores, conselheiros defendem que a AG seja feita apenas após as eleições.
Caso seja marcada, essa será a terceira tentativa de validar o novo estatuto do Corinthians. As duas primeiras foram barradas por decisões judiciais. A mais recente foi em 16 de junho, quando os conselheiros vitalícios Ademir de Carvalho Benedito, Alexandre Husni e Guilherme Gonçalves Strenger levaram o caso até o Tribunal de Justiça de São Paulo, que suspendeu o pleito. Antes, Felipe Ezabella, conselheiro trienal e membro do Cori, havia tentado derrubar a votação.
As próximas eleições do Corinthians estão marcadas para novembro para definir os novos presidentes da diretoria e do Conselho Deliberativo, além da composição do CD. O novo estatuto também prevê os mandatos deixando de ser trienais e virando quadrienais.
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O projeto do novo estatuto do Corinthians foi votado pelo Conselho Deliberativo em maio. Os conselheiros rejeitaram o texto-base, porém aprovaram tópicos específicos do documento – veja detalhadamente aqui.
A situação vem gerando conflito nos bastidores e Romeu Tuma Júnior chegou a se licenciar do cargo para evitar brigas e acusações de interesses pessoais na situação. Leonardo Pantaleão, vice-presidente do CD, chegou a comandar esse processo nesse período de licença e marcou o segundo pleito, que foi embargado.




