Marina Ruy Barbosa diz que viver Suzane von Richthofen em série foi “desafiador”

Tremembé, do Prime Video, reúne e mistura a história de condenados famosos, como os irmãos Cravinhos, o casal Anna Jatobá e Alexandre Nardoni, Elize Matsunaga e Roger Abdelmassih

Por Redação TMC | Atualizado em
Atores posam para foto no cenário da penitenciária de Tremembé
Roteiro da obra tem como base dois livros do jornalista Ullisses Campbell publicados em 2020 e 2021. (Foto: Divulgação/Prime Video)

Protagonista de Tremembé, a atriz Marina Ruy Barbosa revelou que personificar Suzane von Richthofen na série do Prime Video foi uma experiência “desafiadora” e “intrigante”, em entrevista à TMC Curitiba.

“A nossa Suzane de Tremembé é uma personagem extremamente fria, manipuladora, calculista. Quando aconteceu o crime, na época, eu era bem mais nova, mas foi uma coisa que me atravessou de uma forma muito chocante”, afirmou a atriz.

“Acho que eu tenho uma relação com os meus pais, que é de muito amor. “É muito louco quando você começa a se aprofundar mais sobre o assunto e busca entender até onde vai a sombra da mente humana, o que um ser humano é capaz de fazer. Não dá para entender, é difícil tentar entender. Mas é uma personagem que, artisticamente, é muito desafiadora, muito intrigante de se fazer”, afirmou.

A obra, dirigida por Vera Egito e Daniel Lieff, retrata a penitenciária que se tornou conhecida como “prisão dos famosos”. Lá estão encarcerados Daniel e Christian Cravinhos, condenados pelo assassinato dos pais de Suzane; Anna Jatobá e Alexandre Nardoni, casal responsabilizado pela morte de Isabella Nardoni; Elize Matsunaga, condenada pelo homicídio do marido; e Roger Abdelmassih, preso após estuprar 37 mulheres, pacientes de sua clínica de fertilização.

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Todos esses personagens se cruzam numa história só, que tem Suzane (Marina Ruy Barbosa), como protagonista. O roteiro tem como base dois livros do jornalista Ullisses Campbell: Suzane: Assassina e Manipuladora (Matrix, 2020) e Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido (Matrix, 2021).

“A narrativa é o pós-crime, é sobre essas relações interpessoais. É quase como um estudo psicológico. Eu tive acesso a muita informação, há muita apuração também. O que normalmente eu tento fazer que é criar um perfil psicológico para cada personagem e, de certa forma, estava pronto ali para mim. Foi bom poder trabalhar com tanta informação, como eu tive neste projeto.”

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Para Marina, a maior dificuldade foi juntar tantas históricas numa narrativa só. “Acho que isso é que é o grande diferencial (da série). Nada disso é mentira. Essas pessoas estavam juntas no mesmo lugar, ao mesmo tempo. E existem fatos que são muito presentes até na memória, como a questão do triângulo (amoroso), esse relacionamento entre Suzane, Elize e Sandrão”.

https://youtu.be/Xgs3fMKaZhU
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