A Polícia Civil de Santa Catarina excluiu um dos quatro adolescentes inicialmente investigados pelo caso de agressão ao cão “Orelha” em Florianópolis. A decisão foi tomada nesse sábado (31/01) após análise detalhada das gravações do incidente e avaliação de provas apresentadas pela família do jovem, que comprovaram sua ausência no local do crime.
O animal, que foi agredido na Praia Brava, não resistiu aos ferimentos graves e morreu nos primeiros dias de janeiro de 2026. A investigação policial, que começou logo após o óbito do cão, agora prossegue com foco nos três adolescentes que permanecem como suspeitos.
Acompanhe tudo o que acontece no Brasil e no mundo: siga a TMC no WhatsApp
Os investigadores da Polícia Civil catarinense concluíram que o adolescente inocentado não aparece em nenhum momento nas imagens que registraram a agressão. Este fato, somado às evidências fornecidas pelos familiares do jovem, foi decisivo para sua retirada do inquérito policial.
A corporação não divulgou detalhes sobre a identidade dos três adolescentes que continuam sendo investigados, nem informações específicas sobre as provas que levaram à exclusão do quarto suspeito.
As autoridades seguem apurando as circunstâncias exatas do crime ocorrido na capital catarinense e a participação individual de cada um dos três jovens que permanecem como suspeitos. O caso ganhou atenção após a morte do cão “Orelha”, que sucumbiu às lesões provocadas durante o ataque.
A Polícia Civil confirmou oficialmente a exclusão do adolescente, ressaltando que tanto a ausência do jovem nas gravações quanto as provas apresentadas por sua família foram elementos fundamentais para a decisão tomada pelos investigadores.
