A Polícia Científica divulgou nesta quarta-feira (26/2) o resultado da análise pericial realizada após a exumação do corpo do cão Orelha, que morreu no início de janeiro de 2026.
O exame não identificou fraturas ou lesões no esqueleto que pudessem ter sido causadas por ação humana. A causa da morte do animal permanece indeterminada.
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Os peritos realizaram exame visual detalhado de todos os ossos do animal exumado. O corpo foi encontrado em fase de esqueletização, quando os tecidos moles se decompõem ou secam.
O estado de esqueletização do corpo representou uma limitação para os peritos. Tecidos moles poderiam fornecer informações adicionais sobre as circunstâncias da morte
A equipe examinou inclusive o crânio, em região esquerda. Essa área havia sido objeto de discussão anterior sobre possível trauma por instrumento contundente.
“Todos os ossos do animal foram minuciosamente examinados visualmente, não tendo sido constatada qualquer fratura ou lesão que pudesse ter sido causada por ação humana, nem mesmo em crânio, em região esquerda”, diz a análise.
O documento pericial registra uma ressalva técnica. A ausência de fraturas no esqueleto não descarta necessariamente que tenha ocorrido ação contundente contra a cabeça do cão. A Polícia Civil havia apontado essa possibilidade anteriormente.
A análise da Polícia Científica não permitiu estabelecer o que provocou o óbito do animal.
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