Amigos e familiares se despedem do policial civil que morreu após ser baleado na cabeça, durante um ataque criminoso na Avenida Brasil. Carlos Alberto Freire Neto foi velado na Câmara Municipal de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, na tarde desta quinta-feira (9).
Agentes da Polícia Civil também estiveram presentes na despedida do colega. Depois do velório, o caixão foi posicionado em uma viatura do Corpo de Bombeiros e um cortejo foi realizado no Centro de Niterói. O corpo do policial civil foi cremado no fim da tarde.
Carlos Alberto Freire Neto tinha 35 anos e era integrante da instituição desde 2023. Ele estava lotado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, desde maio de 2026, e deixou uma esposa e dois filhos.
Nas redes sociais, pessoas próximas ao policial civil prestaram homenagens, com mensagens de carinho e revolta pelo ocorrido.
O caso aconteceu na manhã desta quarta-feira (8), na altura de Guadalupe, na Zona Norte do Rio. Quatro agentes da DHBF estavam dentro de uma viatura descaracterizada, quando foram atacados.
Além de Carlos Alberto, uma policial civil foi baleada na perna e levada ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a agente segue estável. Outros dois membros da equipe, que também estavam no veículo, não ficaram feridos no ataque.
Durante a tarde, equipes de todos os Departamentos-Gerais de Polícia Especializada, além da divisão de elite, a CORE, estiveram na Comunidade do Muquiço, para localizar os criminosos responsáveis. Três traficantes foram presos, durante a ação.
A comunidade do Muquiço, em Guadalupe, é comandada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro. O responsável é Bruno da Silva Loureiro, de 43 anos, conhecido como Coronel.
O criminoso foi preso no mês passado pela Polícia Militar no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, também na Zona Norte, onde aguardava para realizar uma cirurgia.




