A servidora municipal Rayssa Maritein Bezerra e Silva morreu no Hospital Regional de Pombal nesta terça-feira (17/03). Ela estava internada desde segunda-feira (16/03) com sintomas de intoxicação alimentar. Outras 113 pessoas procuraram atendimento médico na cidade, no Sertão da Paraíba, com quadro semelhante após consumirem pizza em um estabelecimento local no domingo (15/03).
A vítima foi admitida na unidade hospitalar apresentando diarreia, vômitos e dor abdominal. O óbito foi confirmado às 8h59 desta terça-feira (17/03).
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De acordo com o Hospital Regional de Pombal, a “paciente apresentou rápida evolução clínica, sendo prontamente assistida pela equipe médica e encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), já em estado geral gravíssimo, com sinais compatíveis com um quadro infeccioso grave.”
Ambos comeram pizza e após retornarem para a casa começaram a passar mal e foram para o Hospital Regional de Pombal, onde receberam atendimento e foram liberados. Na manhã de segunda-feira (16/03), a mulher retornou à unidade de saúde, onde ficou internada até o óbito.
O Hospital Regional de Pombal registrou 74 atendimentos relacionados ao caso. Desse total, 36 pessoas procuraram a unidade no domingo (15/03) e 38 na segunda-feira (16/03). Apenas uma criança de oito anos permanece internada.
Já a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município atendeu 40 pacientes com sintomas de intoxicação alimentar até a manhã desta terça-feira (17/03). Todos receberam alta.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que os pacientes apresentaram náuseas, vômitos, dores abdominais, diarreia e mal-estar geral. Todos relataram ter consumido pizza proveniente do mesmo estabelecimento comercial da cidade.
A Vigilância Sanitária de Pombal interditou a pizzaria citada pelos pacientes. Equipes realizaram vistoria técnica no local e apreenderam materiais e insumos para coleta e análise laboratorial.
A prefeitura informou que todas as medidas legais foram adotadas desde as primeiras notificações registradas nas unidades de saúde do município. O caso será encaminhado para análise da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), que deverá acompanhar o desenrolar da situação.
As autoridades de saúde seguem monitorando a situação e orientam que pessoas que apresentem sintomas como vômitos, náuseas ou dores abdominais procurem atendimento médico.
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