Aposentados estão dentro do grupo de pessoas que podem ter direito à isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em diversos municípios brasileiros neste 2026.
O benefício fiscal, que varia conforme as regras de cada cidade, foi implementado para reduzir o impacto financeiro deste tributo no orçamento de idosos (acima de 60 anos) que vivem com renda fixa. A medida está sendo mantida ou ampliada em várias localidades do país.
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Cada prefeitura estabelece critérios próprios para a concessão da isenção, não existindo uma regulamentação nacional unificada. O suporte financeiro visa principalmente a população idosa com rendimentos limitados, reconhecendo que o imposto pode representar um encargo significativo para quem depende exclusivamente de aposentadorias ou pensões.
Regras variam conforme o município
Em São Paulo, aposentados e idosos com renda de até três salários mínimos podem obter isenção total do IPTU. Para isso, devem possuir apenas um imóvel residencial com valor venal não superior a R$ 1.749.182,00.
Belo Horizonte concede o benefício para imóveis exclusivamente residenciais cujo valor venal não ultrapasse R$ 92.935,87. No Rio de Janeiro, as regras dependem da renda do beneficiário e do padrão do imóvel.
Outras cidades como Porto Alegre, Fortaleza, Recife, Manaus e Macapá também mantêm programas de isenção ou desconto no IPTU para aposentados e idosos, sempre seguindo normas específicas de cada localidade.
Requisitos para obtenção do benefício
A maioria dos municípios exige que o beneficiário tenha mais de 60 anos, utilize o imóvel exclusivamente como residência e possua renda limitada a um determinado número de salários mínimos. Em muitos casos, o idoso não pode ter outro imóvel em seu nome, o que reforça o caráter social da medida.
Para obter a isenção, o interessado deve protocolar um pedido na prefeitura de sua cidade, respeitando os prazos estabelecidos no calendário fiscal municipal. O benefício não é concedido automaticamente na maioria das cidades.
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Os documentos geralmente exigidos incluem comprovante de renda, documento de identidade, comprovante de residência e informações do imóvel. Os idosos devem verificar as regras específicas de sua cidade e, se tiverem direito, solicitar o benefício o quanto antes.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre possíveis mudanças nos critérios de concessão do benefício para os próximos anos ou sobre a ampliação da isenção para outros grupos populacionais.
