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Justiça mantém vereador Salvino Oliveira preso no Rio; defesa pede habeas corpus

Parlamentar do PSD foi detido pela Polícia Civil sob acusação de financiar campanha de 2024 com acordo envolvendo quiosques na Gardênia Azul

Por Redação TMC | Atualizado em
Câmera Fotográfica (Foto: Reprodução/Polícia Civil do Rio de Janeiro)

O vereador Salvino Oliveira (PSD) teve a prisão mantida pela Justiça do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (12/03) durante audiência de custódia. O parlamentar foi detido na quarta-feira (11/03) sob acusação da Polícia Civil de negociar quiosques na Gardênia Azul com traficantes para financiar sua campanha de 2024.

A defesa protocolou pedido de habeas corpus logo após a decisão judicial. O recurso será analisado pela 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), tendo o desembargador Marcus Henrique Pinto Basílio como relator.

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Salvino Oliveira não pretende pedir afastamento ou licença do mandato na Câmara do Rio. O vereador faltou a duas sessões legislativas desde a prisão.

O parlamentar foi secretário municipal de Juventude antes de ser eleito em 2024 com mais de 27 mil votos.

A bancada do PSD na Câmara manifestou apoio ao vereador. O partido questiona as circunstâncias da detenção e os argumentos apresentados para justificar a prisão. A legenda classificou a operação como de “caráter eleitoreiro”. O PSD criticou o governador Cláudio Castro (PL), que chamou Salvino de “braço direito do Comando Vermelho na Prefeitura do Rio”. O partido denunciou suposto uso político da Polícia Civil para perseguir adversários.

Após a prisão do vereador, o prefeito Eduardo Paes publicou um vídeo nas redes sociais. Paes afirmou que vai cobrar punição, caso as suspeitas sejam confirmadas. “Vou ser o primeiro a cobrar punição e exigir que a Justiça seja feita. Aqui não se passa mão em cabeça de quem faz coisa errada”.

O governador Cláudio Castro e o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, rebateram as críticas. Ambos afirmaram que a investigação respeitou todas as esferas legais.

A apuração começou em 15 de outubro de 2024. A cúpula do Palácio Guanabara garantiu que todas as etapas do processo foram cumpridas corretamente. O órgão “não escolhe alvo por posição política”, segundo as autoridades.

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