A festa de Ano Novo do Rio de Janeiro reuniu 5,1 milhões de pessoas em 13 palcos espalhados pela cidade. A Praia de Copacabana concentrou 2,6 milhões de participantes que assistiram à queima de fogos com duração de 12 minutos. Os dados foram confirmados pela Riotur nesta quinta-feira (1°).
O espetáculo pirotécnico em Copacabana utilizou 19 balsas distribuídas ao longo da orla, número superior ao recorde anterior de dez embarcações. Todas as plataformas foram vistoriadas pela Diretoria-Geral de Diversões Públicas do Corpo de Bombeiros para garantir a segurança do evento.
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A concepção do show de fogos teve assinatura do cenógrafo francês Christophe Berthonneau, profissional com experiência em eventos internacionais como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.
As celebrações começaram na noite de quarta-feira (31) e continuaram até a madrugada de quinta-feira (1°). As vias internas de Copacabana foram liberadas para o trânsito a partir das 5h.
O público presente na festa incluiu moradores locais e turistas que escolheram a capital fluminense para celebrar a chegada de 2026. A Zona Sul foi o principal ponto das comemorações, com pessoas ocupando a areia e as pistas da Avenida Atlântica, que permaneceram fechadas para veículos durante o evento.
Na terça-feira (30/12), o Rio recebeu do Guinness Book o título de maior réveillon do mundo, certificação que considera o público presente e a dimensão da estrutura montada.
Um dos destaques da virada foi o espetáculo com 1.200 drones que formaram imagens representativas do Rio de Janeiro no céu. A formação de uma escultura de rosto humano gerou aplausos dos espectadores.
O Palco Rio, instalado em frente ao Hotel Copacabana Palace, apresentou shows de artistas como Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Belo, Alcione, João Gomes, Iza, Alok e a bateria da escola de samba Beija-Flor.
Ao todo, o réveillon carioca contou com 70 atrações musicais nos 13 palcos, sendo três em Copacabana e dez em outras regiões da cidade.
Apesar da grande concentração de pessoas, as calçadas próximas aos prédios permaneceram com espaço suficiente para circulação, mesmo com o intenso fluxo de público pelo bairro de Copacabana durante as festividades.
