O mercado já olha para Breno Bidon como algo inevitável. Não é mais uma questão de se, mas de quando as propostas vão chegar. O volante entrou definitivamente no radar de clubes importantes, e a tendência é de que esse movimento ganhe força nas próximas semanas, especialmente com a janela se aproximando.
Do lado do jogador, não existe pressa nem deslumbramento. O estafe trata o tema com calma e deixa claro que o próximo passo precisa fazer sentido dentro de campo. Minutagem, protagonismo e ambiente de crescimento pesam mais do que simplesmente sair cedo. Há a leitura de que seguir jogando no Corinthians, hoje, ainda é parte fundamental desse processo.
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No clube, Bidon é visto como ativo estratégico. Há convicção interna de que ele pode chegar à Seleção Brasileira principal, algo que as convocações de base só reforçam. Com a meta de arrecadar R$ 151 milhões em vendas em 2026, o Corinthians sabe que ele está no grupo dos nomes mais valorizados do elenco — assim como Gui Negão, outro que pode entrar forte na rota do mercado nesta janela.
