A política anda de mal a pior. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump tem jogado muito duro em relação à imigração ilegal.
A imigração ilegal é um problema que, na realidade, ninguém sabe o que fazer. Você tem setores da sociedade que não se sentem ameaçados pela imigração ilegal e, portanto, estimulam essa imigração, inclusive porque faz com que seus andadores de cachorro sejam mais baratos quando são ilegais.
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Você tem setores da sociedade que são contra a imigração ilegal porque se sentem ameaçados, porque fazem os mesmos trabalhos, digamos assim, na parte baixa da pirâmide do que esses imigrantes legais.
A verdade é que a imigração ilegal, na verdade, não tem solução. A gente precisa aprender que existem problemas no mundo que não tem solução, do jeito que o mundo está.
E ai Donald Trump começa com essa violência, independente de o que você pense sobre imigração ilegal ou não, começa a ver esses excessos de violência que, de fato, acabam ferindo questões como direitos humanos.
E aí começa essa batalha de narrativas, um fala uma coisa, o outro fala outra coisa. No fundo, o governo americano está preocupado muito mais se vai conseguir emplacar a casa de deputados ou senadores nas próximas eleições, o que eles chamam de “midterms”, ou mesmo se vai conseguir emplacar um continuador do Trump numa eleição para presidente do futuro.
Ou seja, estão começando a ficar preocupados com os efeitos negativos dessa violência bestial que tem acontecido nos Estados Unidos.
O Trump é um sujeito que não respeita multilateralismo, invade o país dos outros, reedita formas de geopolítica baseada na violência.
E se a gente olhar do outro lado, o Partido Democrata dos Estados Unidos também não ajuda muito. Se transformou em um partido que elegeu temas minoritários, identitários como sua pauta e que corre o riscode virar um partido de “todes”. Ou seja, um partido envolvido com uma questão que absolutamente não interessa a maior parte da população.
Por isso que a política está difícil.
