A Suprema Corte dos Estados Unidos determinou que o presidente Donald Trump ultrapassou sua autoridade ao estabelecer tarifas amplas sobre produtos importados. O tribunal avaliou que Trump excedeu os limites ao usar como base uma lei de poderes econômicos de emergência internacional vigente no país desde 1977.
Com a revogação, as tarifas foram reduzidas para 15%.
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O Brasil foi o país mais prejudicado durante o período do tarifaço. A relação comercial entre Estados Unidos e Brasil ao longo desse processo envolveu questões que ultrapassaram o âmbito puramente econômico, incorporando elementos políticos e comerciais.
A situação atual apresenta um cenário contraditório para o país. O Brasil se beneficiou com a redução das tarifas americanas de 50% para 15% após a decisão da Suprema Corte. O governo brasileiro sinalizou que provavelmente aumentará o imposto de importação de mais de 1.200 produtos.
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Essa medida interna representa um fator que limita os benefícios potenciais da redução das tarifas americanas para a economia brasileira. A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, por si só, não é suficiente para afetar positivamente a economia brasileira ou os valores internos, considerando os problemas domésticos existentes.
Países emergentes como China, Índia, África do Sul, Brasil e grande parte da América Latina possuem potencial de crescimento. Esses países apresentam risco-país relativamente alto.
Essa característica difere da situação de americanos, europeus e outros países desenvolvidos, como Austrália. Nesses locais, a economia possui um equilíbrio com a parte política, conhecido como risco país.
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