O setor moveleiro brasileiro vive um momento de forte expansão e reconhecimento internacional. Atualmente, o Brasil ocupa a posição de sexto maior produtor de móveis do mundo e mantém a liderança isolada na fabricação dentro da América Latina.
O desempenho econômico do segmento reflete sua relevância para o PIB nacional. Em 2024, o setor movimentou R$ 91,5 bilhões em faturamento e foi responsável pela criação de mais de 282 mil empregos diretos.
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No cenário internacional, o Brasil exportou mais de 760 milhões de dólares em mobiliário. O principal parceiro comercial são os Estados Unidos, que recebem quase 30% de todas as exportações de móveis fabricados no país.
Para além da escala de produção, o diferencial brasileiro tem sido o design autoral e a valorização de processos artesanais e materiais naturais. Um exemplo emblemático desse sucesso é a Artefacto.
Fundada em 1976 como uma empresa familiar, a marca se prepara para celebrar 50 anos em 2026 com uma forte estratégia de expansão global. Paulo Bacchi, CEO da empresa, destaca que a marca ocupa hoje um lugar de destaque no mercado de luxo mundial, com presença em pontos estratégicos como Madison Avenue (Nova York), Washington e o sul da Flórida.
“Poucas empresas do mundo de marketing de luxo têm 50 anos. A Artefacto marcou essa data muito importante com a abertura da loja nova de Nova York, na Madison, e com a reinauguração do nosso flagship store na [Rua] Haddock Lobo”, destacou Bacchi.
O otimismo com o mercado é reforçado pelo superintendente de marketing da Artefacto, Pedro Torres, que aponta a expansão da marca para além do mobiliário, incluindo o licenciamento de empreendimentos imobiliários com a assinatura da grife. Somente neste ano, quatro novos empreendimentos de alto padrão devem ser lançados com a marca Artefacto.
O cenário aponta para um mercado “expansivo”, onde a combinação de qualidade técnica, estética atemporal e conforto continua a abrir portas para o produto brasileiro nas vitrines mais exigentes do mundo.
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