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Prévia do PIB: Economia brasileira cresce 2,45% em 2025 e supera projeções

Banco Central divulgou resultado anual nesta quinta; agropecuária liderou expansão em 13,05%, e indústria avançou 1,45%

O Banco Central divulgou nesta quinta-feira (19/02) que a atividade econômica do Brasil cresceu 2,45% em 2025. O resultado supera a expectativa mediana de 2,4% projetada pelo Valor Data. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,18% em dezembro na comparação com novembro.

A autoridade monetária revisou o desempenho de novembro. O indicador passou de alta de 0,68% para elevação de 0,59%. O resultado de dezembro ficou acima das projeções do mercado. A mediana das estimativas do Valor Data apontava retração de 0,5%. As projeções variavam de quedas entre 0,7% e 0,2%.

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Desempenho trimestral e anual

O IBC-Br apresentou alta de 3,05% em dezembro ante o mesmo mês de 2024. O trimestre encerrado em dezembro registrou elevação de 0,42% frente ao trimestre anterior. Na comparação com o último trimestre de 2024, o avanço foi de 1,69%.

O Banco Central calcula o IBC-Br mensalmente para permitir acompanhamento mais frequente da evolução econômica. O indicador possui metodologia distinta das contas nacionais elaboradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB tem frequência trimestral e descreve um quadro mais abrangente da economia.

Setores apresentam desempenhos distintos

A agropecuária liderou o crescimento em dezembro na comparação mensal. O IBC-Br Agropecuária subiu 2,26%. A indústria registrou alta de 0,32%. Os serviços caíram 0,26%. O segmento de impostos teve queda de 0,17%. O IBC-BR Ex-Agropecuária recuou 0,31%.

No acumulado de 2025, todos os setores apresentaram expansão. A agropecuária cresceu 13,05%, o maior avanço entre os segmentos. A indústria teve elevação de 1,45%. Os serviços registraram avanço de 2,06%. O IBC-Br Impostos teve alta de 1,24%. O IBC-Br ex-Agropecuária apresentou elevação de 1,80%.

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O Banco Central ressalta que as diferenças metodológicas entre o IBC-Br e as contas nacionais do IBGE tendem a ser maiores nas aberturas setoriais do que nos agregados. Os dados referem-se à economia brasileira em âmbito nacional.

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