A inflação de 4,26%, no acumulado de 12 meses e dentro do intervalo da meta (4,5%), reflete o alívio no bolso do brasileiro em 2025. Algumas regiões ficaram acima desse teto, enquanto outras ficaram num patamar bem menor. Por exemplo, Vitória foi a capital mais cara (4,99%), enquanto Campo Grande foi a cidade mais barata (3,14%).
Os dados foram divulgados pelo IBGE na última sexta-feira (09/01). O resultado da média nacional está abaixo aos 4,83% registrados no ano anterior.
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Porto Alegre (4,79%) e São Paulo (4,78%) aparecem logo atrás de Vitória como as cidades mais caras do país em 2025. A seguir, veja o ranking montado pela TMC das 17 regiões pesquisadas pelo IBGE!
- Vitória: 4,99%
- Porto Alegre: 4,79%
- São Paulo: 4,78%
- Brasília: 4,72%
- Aracaju: 4,49%
- Recife: 4,33%
- Brasil (Média): 4,26%
- Goiânia: 4,12%
- Fortaleza: 4,06%
- Belo Horizonte: 3,97%
- Curitiba: 3,84%
- Salvador: 3,80%
- Belém: 3,75%
- Rio de Janeiro: 3,45%
- Rio Branco: 3,27%
- São Luís: 3,24%
- Campo Grande: 3,14%
Alimentos mais baratos
No âmbito nacional, o destaque vai para o grupo de alimentação e bebidas, marcado por uma desaceleração de 7,69% em 2024 para 2,95% em 2025. A alimentação no domicílio registrou alta de apenas 1,43% no ano, com seis meses consecutivos de queda entre junho e novembro.
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Transporte mais caro
Por outro lado, o grupo dos transportes impulsionou a inflação de dezembro (0,74%). O destaque foi o aumento de 13,79% no transporte por aplicativo e de 12,61% nas passagens aéreas, item que exerceu o maior impacto individual no mês.
Os combustíveis subiram 0,45% em dezembro, com destaque para o etanol (2,83%) e a gasolina (0,18%), enquanto o óleo diesel registrou queda.
