Ovo, arroz e cebola mais baratos pesam na prévia da inflação de 0,18% em outubro

Dados do IBGE, divulgados nesta sexta-feira (24), indicam que os alimentos ficaram mais baratos pelo quinto mês consecutivo

Por Édrian Santos | Atualizado em
A imagem é um plano aproximado que mostra uma grande quantidade de ovos dispostos em bandejas de papelão verde. O foco principal está na variedade de cores dos ovos. A maior parte dos ovos, em primeiro plano e no centro, é marrom claro ou alaranjada (ovos vermelhos). No canto superior direito, há uma fileira diagonal de ovos brancos, contrastando com os marrons.
Preço do ovo apresentou queda de 3,01%, diz IBGE. (Foto: Luiz Agner/IBGE)

Saiu a prévia da inflação, o chamado Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15). O resultado foi 0,18%, em outubro, e ficou 0,30 ponto percentual (p.p.) abaixo do valor de setembro (0,48%). O destaque vai para o recuo nos preços de alimentos pelo quinto mês consecutivo.

O levantamento relativo aos preços de produtos e serviços foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (24).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,94% e, nos últimos 12 meses, de 4,94%, abaixo dos 5,32% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2024, a taxa foi de 0,54%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, seis tiveram alta em outubro. O maior impacto positivo veio de Transportes (0,41% e 0,08 p.p), seguido por Despesas Pessoais (0,42% e 0,04 p.p.). 

Já o grupo de Alimentação e Bebidas (-0,02% e 0,0 p.p.), com maior peso no índice, registrou queda de preços pelo quinto mês consecutivo. As demais variações ficaram entre o recuo de 0,64% de Artigos de Residência e o aumento de 0,45% em Vestuário.

A alimentação no domicílio registrou variação de -0,10%, após recuar 0,63% no mês anterior. Contribuíram para esse resultado as quedas da cebola (-7,65%), do ovo de galinha (-3,01%), do arroz (-1,37%) e do leite longa vida (-1,00%). No lado das altas, destacam-se o óleo de soja (4,25%) e as frutas, que subiram, em média, 2,07%.

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