Daniel Rezende aposta em silêncio, poesia e “família intencional” em nova adaptação literária

Diretor revela que elenco, locações e clima sensorial estão emocionando até o autor do livro

Por Redação TMC | Atualizado em
Rodrigo Santoro em cena do filme O Filho de Mil Homens
(Foto: Divulgação)

O diretor Daniel Rezende falou ao vivo sobre seu novo filme, baseado em um livro de Valter Hugo Mãe, e detalhou o desafio de transformar uma obra “verborrágica” em uma experiência totalmente sensorial. A conversa aconteceu nesta semana (19/11) e deixou claro o nível de expectativa em torno da adaptação, que já tem causado lágrimas até no próprio autor.

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Um filme construído no silêncio, nos olhares e na metáfora

Rezende explicou que a equipe precisou capturar “a dor, a solidão e a essência” dos personagens, que se cruzam no entorno de Crisóstomo, um pescador que acaba formando uma “família intencional”. Segundo ele, a adaptação exigiu uma mudança radical de linguagem: no livro, a poesia está na palavra; no filme, está nos silêncios, nos símbolos e na força dos gestos.

O diretor contou que o time apostou em locações que considera “os lugares mais lindos do Brasil”, reforçando a estética simbólica que conduz a narrativa. Ele também elogiou o elenco, a direção de arte, o figurino e a fotografia, destacando que tudo foi pensado para reproduzir, na tela, o impacto emocional que o leitor sente no texto de Valter Hugo Mãe.

Expectativa alta — e lágrimas garantidas

Durante a entrevista, Rezende comemorou o fato de a entrevistadora ter lido o livro original, algo que ele considera essencial para entender a profundidade da obra. Isso reforça, segundo o diretor, o clima de expectativa que cerca o lançamento.

Ele revelou ainda que muitas pessoas saem da sessão aos prantos, inclusive o próprio autor do livro. “As pessoas têm acabado o filme com os olhos em lágrimas”, afirmou.

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Um encontro de entusiasmos

A conversa mostrou o entusiasmo mútuo: o diretor animado para apresentar o filme ao público, e a entrevistadora curiosa sobre como a adaptação transpôs a poesia das palavras para a poesia visual. O clima indica que a produção tem tudo para agradar tanto quem conhece o livro quanto quem chegar sem referência.

Adaptação sensorial promete tocar o público

No fim, Rezende reforçou que a intenção do filme é provocar sentimentos verdadeiros — exatamente como a obra literária original. Se depender da reação das primeiras sessões, o objetivo já está sendo cumprido.

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