Um juiz rejeitou 10 das 13 acusações do processo movido pela atriz Blake Lively contra seu diretor e colega de filme em “É assim que acaba” (2024), Justin Baldoni, nesta quinta-feira (02/04). As denúncias descartadas incluíam assédio, difamação e conspiração. Três acusações foram mantidas: quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação.
O magistrado analisou o conjunto de denúncias e determinou que apenas três têm fundamento legal para prosseguir. As demais foram consideradas sem base suficiente para avançar no sistema judicial.
Acusações mantidas e julgamento
As três denúncias que permanecem serão examinadas em tribunal durante audiência agendada para maio. Lively e Baldoni trabalharam juntos no filme sobre violência doméstica. Ele acumulou as funções de ator, diretor e produtor do longa-metragem.
A atriz apresentou denúncias de assédio sexual contra Baldoni. Segundo suas alegações, ele teria feito comentários inadequados sobre sua aparência física e seu peso durante as filmagens.
Lively também afirma que Baldoni contratou profissionais especializados para prejudicar sua reputação pública e minar a credibilidade das acusações apresentadas contra ele.
Defesa e contraprocessos
Baldoni contesta as acusações. Segundo sua versão, a atriz exagerou nas denúncias com o objetivo de aumentar seu controle e influência sobre a produção do filme.
Justin Baldoni também ingressou com ações judiciais. Ele processou Blake Lively e o jornal “New York Times”, que publicou matéria sobre as acusações feitas pela atriz. A Justiça americana rejeitou ambos os processos apresentados por Baldoni.
Apesar dos problemas nos bastidores, “É assim que acaba” foi um grande sucesso de bilheteria, com uma arrecadação de cerca de US$ 350 milhões ao redor do mundo.
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