A cinebiografia “Michael”, que retrata a trajetória de Michael Jackson, tornou-se a cinebiografia musical de maior bilheteria da história do cinema. Segundo dados divulgados pelo site Deadline, o longa já arrecadou US$ 911,9 milhões (cerca de R$ 4,6 bilhões) em todo o mundo, superando os US$ 910,9 milhões obtidos por “Bohemian Rhapsody”, filme sobre Freddie Mercury e a banda Queen.
Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, o filme acompanha a ascensão do artista desde a infância no grupo Jackson 5 até o período de consolidação de sua carreira solo, durante a turnê “Bad”, nos anos 1980.
Além do recorde de arrecadação, “Michael” também registrou a maior estreia da história entre as cinebiografias musicais, com aproximadamente US$ 217 milhões arrecadados globalmente em seu primeiro fim de semana de exibição.
O desempenho nas bilheterias foi impulsionado pela forte adesão do público em diversos mercados internacionais. A produção também se consolidou como o filme de maior arrecadação da Lionsgate e figura entre os maiores sucessos cinematográficos de 2026.
Apesar do êxito comercial, o longa recebeu avaliações divididas. Enquanto conquistou ampla aprovação do público, a recepção da crítica especializada foi mais moderada. No agregador Rotten Tomatoes, por exemplo, a diferença entre a avaliação dos críticos e a dos espectadores chamou atenção ao longo da trajetória do filme nos cinemas.
Com a arrecadação atual, “Michael” se aproxima da marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial e já ocupa o segundo lugar entre as cinebiografias de maior sucesso da história, atrás apenas de “Oppenheimer”, quando consideradas produções de todos os gêneros.
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