Mileide Mihaile estreia como rainha de bateria da Unidos da Tijuca com fantasia giratória

Influenciadora digital comandou pela primeira vez a bateria da escola carioca na noite de segunda-feira no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, substituindo a cantora Lexa

Por Redação TMC | Atualizado em
Influenciadora digital Mileide Mihaile comandou pela primeira vez a bateria da escola carioca na noite de segunda-feira no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, substituindo a cantora Lexa (Foto: Reprodução/Instagram/Mileide Mihaile)
Foto: Reprodução/Instagram/Mileide Mihaile

Influenciadora digital Mileide Mihaile comandou pela primeira vez a bateria da Unidos da Tijuca na madrugada desta terça-feira (17/02), no encerramento do segundo dia de desfiles do Grupo Especial. A apresentação aconteceu no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, marcando sua estreia como rainha na agremiação carioca.

A entrada na avenida foi marcada por um símbolo universal de força e renovação: o sol. Ao cruzar a Marquês de Sapucaí ao lado da comunidade tijucana, a representação dessa luz reforçou a mensagem central do desfile da Unidos da Tijuca, que neste ano leva para a avenida a história de Carolina Maria de Jesus.

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A nova rainha de bateria da Tijuca utilizou uma fantasia diferenciada com costeiro giratório em tons de laranja. Apesar de já ter experiência em desfiles na Sapucaí, esta foi a primeira vez que Mileide assumiu o posto de rainha em uma escola de samba do Rio.

Mileide ocupa a posição que anteriormente pertencia à cantora Lexa na agremiação. Antes do desfile, a influenciadora havia compartilhado com seus seguidores nas redes sociais detalhes sobre o traje elaborado que usaria na avenida.

A fantasia foi concebida como um ponto de virada dentro da narrativa do enredo. Inspirado na trajetória da escritora, o figurino simboliza o sol que nasce para todos, mesmo diante das desigualdades sociais, abrindo uma clareira poética no desfile e anunciando a chegada do amor e da garra que marcaram a vida de Carolina.

Com traços de sensibilidade e potência, o figurino representa um dos capítulos mais emocionais da apresentação. A escolha do sol como metáfora reforça a ideia de esperança e transformação, dialogando com a força da comunidade e com a mensagem social defendida pela escola.

Leia mais: “O samba venceu aqui hoje”: Mestre Ciça é exaltado em vida pela Viradouro e emociona a Sapucaí

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