Radialista e humorista Nelson Tatá Alexandre morre aos 84 anos em São Paulo

O artista, que marcou história no rádio e TV brasileiros, deixa três filhos: Marisa, Marina e Leandro

Por Redação TMC | Atualizado em
Foto: Reprodução/Instagram/MBRTV
Foto: Reprodução/Instagram/MBRTV

O radialista e humorista Nelson Tatá Alexandre morreu na noite da última quinta-feira (12/03), em São Paulo, aos 84 anos. A morte foi confirmada pelo Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV) por meio de suas redes sociais. O artista deixa três filhos: Marisa, Marina e Leandro.

Nelson Francisco Alexandre nasceu em 14 de maio de 1941. Iniciou sua trajetória no rádio de Araçatuba (SP) como cantor, aos seis anos de idade. Posteriormente, atuou no rádio de Regente Feijó (SP), onde trabalhou como cantor e operador de som.

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Em 1958, trabalhou na rádio Marabá, localizada em Mogi das Cruzes (SP). Em 1962, passou pela Rádio Metropolitana. Após se mudar para a capital paulista, ganhou destaque no programa “Amostra Grátis”, da Rádio Record, em 1964.

Entre 1969 e 1979, trabalhou na Rádio Jovem Pan. Participou de diversos programas: “Curtição”, “Jornal da Integração Nacional”, “Fala Bicho Fala”, “Domingo Especial”, “Sala do Povo”, “Flash”, “São Paulo Agora” e “Show de Rádio”.

Em 1979, mudou-se para a Rádio Globo. Trabalhou no programa “Pé na Estrada”. No mesmo grupo, na Rádio Excelsior, participou de atrações como “Pau na Máquina”, “Largo da Matriz” e “Balancê”, em 1981, ao lado de Fausto Silva.

Entre 1990 e 1997, trabalhou em diversas emissoras: rádios Cidade, Gazeta, American Sat, Tribuna de Santos e Bandeirantes. Nesse período, retornou à Jovem Pan e participou do programa Pânico.

Depois de 1984 a 1989, alcançou sucesso no programa Perdidos na Noite, exibido pela TV Gazeta, TV Record e Rede Bandeirantes. Na atração, formou dupla com Carlos Roberto Escova. Ao lado de Escova, participou de quadros de humor no programa Viva a Noite, apresentado por Augusto Liberato, no SBT.

Durante sua carreira, realizou imitações e criou diversos personagens: Chicrinha, Omar Caloso, Caim Sued, Severino Van Gogó, Lula, Xoxa, Marta Suplício, Bertoldo, Papa, Edir Mais Cedo, Giro Gomo, Eli Conveia, Afanado Já Sabe, José Sarey, Noninha, Maguila, Português, Mosquito da Dengue, Jumento e Cachorro no Cio.

Em 1975, participou da peça teatral “Muro de Arrimo”. Em 1997, um aneurisma cerebral encerrou a carreira do artista. Passou a viver ao lado da família e amigos após o problema de saúde.

O Museu Brasileiro de Rádio e Televisão divulgou nota sobre o falecimento: “Um dos gigantes do humor e da comunicação, Tatá marcou a história da nossa radiodifusão brilhando na Rádio Jovem Pan (no Show de Rádio) e ao lado de Fausto Silva no lendário Perdidos na Noite.” Sem esquecer, sem dúvida, de Carlos Roberto Escova – a inesquecível dupla de humor “Tatá e Escova”, que gerou muitos risos a ouvintes e telespectadores com seu jeito irreverente e hilariante. Nossa solidariedade aos filhos Marisa, Marina e Leandro, familiares, amigos e fãs”.

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