A influenciadora Virginia Fonseca enfrentou dificuldades com sua fantasia durante sua estreia como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, na madrugada desta quarta-feira (18/2), no encerramento dos desfiles do Grupo Especial no Rio.
Ela precisou retirar várias vezes o costeiro de 12 kg por causa de dores e teve o tapa-sexo parcialmente solto durante o percurso na Avenida.
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Virginia passou sem o costeiro diante do Módulo 4 de julgamento, o que levantou dúvidas sobre possíveis penalizações para a escola no quesito “fantasia”. A genitália da influenciadora, no entanto, não ficou exposta durante o incidente com o tapa-sexo.
O quesito Fantasias avalia aspectos como beleza, criatividade, diversidade e acabamento dos trajes dos componentes. As notas variam entre 9 e 10 pontos e são divididas em dois subquesitos: Concepção e Realização.
Os jurados analisam as roupas dos desfilantes seguindo critérios específicos de apresentação. O regulamento da Liesa estabelece que escolas que apresentarem integrantes com genitálias expostas perdem 0,5 ponto, situação que não ocorreu com Virginia.
Apenas com a abertura dos envelopes dos jurados, programada para hoje às 16h, será possível saber se a Grande Rio sofrerá alguma penalização pelo incidente.
Das quatro notas atribuídas em cada quesito, a menor é descartada. Isso significa que se a escola receber uma nota baixa no Módulo 4 (onde Virginia passou sem o costeiro), caso tenha obtido nota 10 nos módulos anteriores, a punição não afetará o subtotal da agremiação.
Embora o termo “rainha de bateria” não conste explicitamente no Manual do Julgador ou no Regulamento da Liesa, existe menção à possibilidade de punição em caso de “falta significativa” de complementos originalmente propostos nas fantasias.
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